Com proposta de ajudar em resgates, cientistas criam robô em forma de rato

por:
13/06/2022 as 09:14
De olho na Engenharia
Com proposta de ajudar em resgates, cientistas criam robô em forma de rato

A tecnologia ajuda várias áreas da humanidade e traz soluções que podem salvar vidas no futuro. Segundo um artigo científico da IEEE Transactions on Robotics, essa é a missão de um rato-robô, que busca sobreviventes.

A China trouxe muitas das novas tecnologias atuais para o mercado por isso, as invenções que saem do país costumam gerar grandes expectativas. E, dessa vez, um grupo de chineses revelou mais uma novidade impactante.

O rato-robô tem literalmente a forma de um rato e isso tem um significado importante. Nesse sentido, a observação da natureza pode nos trazer grandes invenções, sendo o caso dos ratos, que chegam a lugares pequenos e de difícil acesso.

Como funciona o rato-robô?

Uma equipe de cientistas de Pequim, na China, buscava criar uma tecnologia que juntasse algumas qualidades. Para desastres, como desabamentos e desmoronamentos, a busca por sobreviventes é muito difícil.

O risco para pessoas e cães farejadores fez com que o grupo do professor Qing Shi do Instituto de Tecnologia de Pequim criasse o SQuRo. O robô tem quatro patas, coluna flexível e movimentação no pescoço.

Esse conjunto gera a ferramenta perfeita para entrar em buracos pequenos e com muitos desníveis. Dessa forma, no futuro, o rato robótico pode vir a ajudar bombeiros e policiais, preservando-os de riscos maiores.

Qual o impacto da invenção?

Invenções como a do ‘’ciber-rato’’ podem mudar a forma como os resgates acontecem em diversos países com muitos desastres. Desse modo, os cientistas buscaram todas as características necessárias para um bom desempenho do rato.

Se o robô cair, por exemplo, o próprio mecanismo das pernas já é suficiente para o levantar. Além disso, o ‘’ciber-rato’’ passa por alturas de até 30 mm, um desafio impossível para as tecnologias de hoje.

Os movimentos são enviados a partir de um processador bem pequeno, que controla até quatro tipos de deslocamento. Portanto, se o mercado aceitar bem as propostas, em breve o rato-robô poderá estar salvando mais vidas.

Fonte: Engenharia Hoje