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	<title>Tecnologia e Ciência &#8211; De olho na Engenharia</title>
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	<description>Últimas novidades e tendências do mundo.</description>
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	<title>Tecnologia e Ciência &#8211; De olho na Engenharia</title>
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		<title>Moringa pode remover até 98,5% dos microplásticos da água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:31:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Microplástico]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo aponta que a moringa pode remover até 98,5% das partículas, com eficácia semelhante a métodos tradicionais e menos impactos ambientais Uma árvore conhecida por suas propriedades medicinais há milhares de anos também pode ajudar a humanidade a enfrentar o problema da poluição por microplásticos. A&#160;moringa, frequentemente chamada de “árvore milagrosa”, conquistou essa reputação no [&#8230;]]]></description>
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<p>Estudo aponta que a moringa pode remover até 98,5% das partículas, com eficácia semelhante a métodos tradicionais e menos impactos ambientais</p>



<p>Uma árvore conhecida por suas propriedades medicinais há milhares de anos também pode ajudar a humanidade a enfrentar o problema da poluição por microplásticos. A&nbsp;moringa, frequentemente chamada de “árvore milagrosa”, conquistou essa reputação no passado por suas&nbsp;<strong>qualidades curativas e nutricionais</strong>, mas um estudo recente revelou um novo potencial: a capacidade de<strong>&nbsp;filtrar microplásticos da água</strong>&nbsp;com eficácia semelhante à de soluções baseadas em metais pesados.</p>



<p>Quando utilizadas em uma máquina que simula o funcionamento do tratamento de água municipal, as sementes de moringa conseguiram filtrar&nbsp;<strong>98,5% das partículas de microplástico de PVC</strong>, um dos tipos mais nocivos. O resultado chama a atenção diante da dimensão global do problema. Os microplásticos, que variam de fragmentos visíveis a partículas microscópicas com até&nbsp;<strong>1/25.000 da espessura de um fio de&nbsp;cabelo&nbsp;humano</strong>, já foram encontrados em praticamente toda a Terra, das correntes de jato às profundezas dos oceanos.</p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1.webp" alt="" class="wp-image-5406" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1.webp 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1-960x638.webp 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1-800x532.webp 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1-768x511.webp 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1-640x426.webp 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1-425x283.webp 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1-320x213.webp 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/MORINGA-1-240x160.webp 240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Microplásticos vistos em microscópio. | Foto: Julian Eckert | HSWT</figcaption></figure>
</div>


<p>Essas partículas também têm sido detectadas em todos os órgãos humanos examinados, do cérebro à placenta. Estima-se que uma pessoa comum possa consumir, apenas por meio da água potável e do ar urbano, o equivalente a até&nbsp;<strong>10 cartões de crédito em plástico por ano</strong>. Embora ainda não haja consenso sobre os impactos diretos disso na mortalidade, já se sabe que o plástico atua como um disruptor endócrino, interferindo na sinalização e na recepção hormonal do organismo.</p>



<p>Diante de um cenário que tende a se agravar com o aumento da produção e do consumo desse material, cresce a urgência por soluções eficazes. O Dr. Adriano Gonçalves dos Reis, professor do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista, estuda a moringa há anos e aponta suas sementes como uma&nbsp;<strong>alternativa promissora no combate à poluição por microplásticos</strong>. Nos testes realizados, os pesquisadores avaliaram o potencial das sementes como coagulante, capaz de agrupar partículas dispersas na água e depois removê-los. Para isso, o PVC foi previamente degradado até atingir partículas com cerca de um quarto da espessura de um fio de cabelo humano. Em seguida, a água contaminada passou por um circuito de coagulação, floculação e filtração, processo utilizado em<strong>&nbsp;sistemas modernos de tratamento</strong>.</p>



<p>Os resultados mostraram que a moringa alcançou 98,5% de eficácia na remoção de microplásticos, desempenho comparável ao do sulfato de alumínio, conhecido como alúmen, padrão sintético amplamente utilizado. No entanto, o alúmen é um metal pesado tóxico, associado a distúrbios neurológicos, o que levanta preocupações sobre seu uso contínuo. Além disso, as sementes de moringa se mostraram ainda mais eficientes em águas mais alcalinas. Uma única semente é capaz de<strong>&nbsp;tratar até 10 litros de água</strong>, embora a aplicação em larga escala urbana exigisse grandes quantidades e gerasse volumes significativos de resíduos orgânicos.</p>



<p>Por outro lado, o próprio uso do alúmen também traz desafios: o processo produz uma lama tóxica que precisa ser descartada, e a extração do alumínio é ambientalmente custosa. Nesse contexto, o Dr. Gonçalves dos Reis acredita que o método com moringa pode ser especialmente útil em&nbsp;<strong>comunidades menores</strong>, onde o acesso ao alúmen é limitado ou caro. Cultivada em regiões tropicais para alimentação, fins medicinais e produção de mel, a moringa já faz parte do cotidiano de muitas comunidades rurais. Nesses locais, o aproveitamento das sementes para filtragem de água pode representar uma solução acessível, sustentável e integrada à realidade local.</p>



<p>Fonte: <a href="https://ciclovivo.com.br/inovacao/tecnologia/moringa-pode-remover-ate-985-dos-microplasticos-da-agua/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a></p>
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		<title>O que é engenharia neuromórfica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[De olho na engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[A engenharia neuromórfica é um conceito que combina tecnologia e biologia de forma extremamente avançada; entenda suas aplicações A engenharia neuromórfica é uma área de pesquisa avançada que combina&#160;tecnologia&#160;e biologia para criar sistemas computacionais inspirados no funcionamento do cérebro humano. Diferente dos computadores tradicionais, baseados em processadores digitais, a engenharia neuromórfica busca desenvolver circuitos e [&#8230;]]]></description>
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<p>A engenharia neuromórfica é um conceito que combina tecnologia e biologia de forma extremamente avançada; entenda suas aplicações</p>



<p>A engenharia neuromórfica é uma área de pesquisa avançada que combina&nbsp;tecnologia&nbsp;e biologia para criar sistemas computacionais inspirados no funcionamento do cérebro humano. Diferente dos computadores tradicionais, baseados em processadores digitais, a engenharia neuromórfica busca desenvolver circuitos e arquiteturas que imitam a estrutura e o comportamento dos neurônios, aproximando a&nbsp;inteligência artificial&nbsp;da forma como o cérebro processa informações.</p>



<p>Vamos entender o que é a engenharia neuromórfica, suas principais aplicações, desafios, e como essa tecnologia tem o potencial de transformar a inteligência artificial e a computação de alta performance.</p>



<p><strong>Como funciona a Engenharia Neuromórfica?</strong></p>



<p>O conceito da engenharia neuromórfica se baseia na ideia de criar computadores que funcionem de forma semelhante aos neurônios e sinapses do cérebro. Diferente dos sistemas convencionais, que processam informações de maneira linear e binária, os circuitos neuromórficos são capazes de processar dados de forma paralela e em múltiplas frequências, assim como as células nervosas.</p>



<p>Esses circuitos são compostos por componentes eletrônicos chamados “neurônios artificiais”, que simulam o funcionamento dos neurônios biológicos, permitindo o processamento de informações em tempo real e com baixo consumo de energia. Isso é possível graças a uma combinação de transistores e memristores – dispositivos que retêm estados de carga e simulam a “memória” das sinapses, ou seja, as conexões entre neurônios.</p>



<p><strong>Aplicações da Engenharia Neuromórfica</strong></p>



<p>A engenharia neuromórfica possui aplicações em diversos campos, desde a robótica e inteligência artificial até dispositivos para a Internet das Coisas (IoT) e assistentes de voz. Veja:</p>



<p><strong>Inteligência Artificial e Machine Learning</strong></p>



<p>A engenharia neuromórfica vem revolucionando o desenvolvimento de redes neurais artificiais, que são a base da inteligência artificial. Ao incorporar circuitos neuromórficos, essas redes podem funcionar de forma mais eficiente e aproximar-se do funcionamento do cérebro humano, lidando melhor com problemas complexos, como reconhecimento de padrões e adaptação a novos contextos.</p>



<p><strong>Robótica</strong></p>



<p>Na robótica, a engenharia neuromórfica permite a criação de sistemas mais rápidos e autônomos, capazes de tomar decisões em tempo real. Isso ocorre porque a computação neuromórfica facilita a tomada de decisão, permitindo que robôs executem tarefas complexas, como navegar em ambientes desconhecidos, evitar obstáculos, reconhecer objetos e interagir de forma mais natural com humanos.</p>



<p><strong>Dispositivos Vestíveis e IoT</strong></p>



<p>Com o aumento da popularidade dos dispositivos vestíveis e IoT, a demanda por processadores que funcionem em baixas temperaturas e consumam pouca energia aumentou. Os circuitos neuromórficos se encaixam perfeitamente neste cenário, já que são projetados para ter uma eficiência energética semelhante ao cérebro humano. Assim, eles podem fornecer o poder de processamento necessário para esses dispositivos sem comprometer a bateria.</p>



<p><strong>Medicina e Neurociência</strong></p>



<p>Na medicina, a engenharia neuromórfica é uma ferramenta valiosa para a criação de dispositivos como próteses neurais e sistemas de estimulação cerebral. Ela também auxilia pesquisadores em simulações cerebrais, ajudando a entender melhor os processos neurais e doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson.</p>



<p><strong>Vantagens da Engenharia Neuromórfica</strong></p>



<p>Uma das principais vantagens da engenharia neuromórfica é sua eficiência energética. O cérebro humano consome cerca de 20 watts de energia, enquanto realiza bilhões de cálculos por segundo. Em comparação, computadores convencionais precisam de muito mais energia para realizar tarefas similares, especialmente quando se trata de inteligência artificial.</p>



<p>Além disso, sistemas neuromórficos têm a capacidade de processar dados em tempo real, o que é essencial para aplicações que exigem decisões rápidas, como a robótica. Essas características tornam a engenharia neuromórfica uma tecnologia promissora para o futuro da computação e da IA.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica.jpg" alt="" class="wp-image-5382" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica-960x541.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica-800x451.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica-768x433.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica-640x361.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica-425x239.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica-320x180.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/neuromorfica-240x135.jpg 240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>(Imagem: Billion Photos/Shutterstock)</em></figcaption></figure>
</div>


<p><strong>Desafios da Engenharia Neuromórfica</strong></p>



<p>Embora a engenharia neuromórfica ofereça muitos benefícios, ela também enfrenta desafios significativos:</p>



<p><strong>Complexidade de Implementação</strong></p>



<p>Projetar e construir circuitos neuromórficos é extremamente complexo, pois envolve a replicação de estruturas biológicas com circuitos eletrônicos. Isso exige o uso de tecnologias de fabricação de semicondutores de ponta, o que encarece o processo.</p>



<p><strong>Integração com Sistemas Digitais</strong></p>



<p>Outro desafio é a integração dos sistemas neuromórficos com os sistemas digitais tradicionais. A computação neuromórfica é fundamentalmente analógica, enquanto os sistemas computacionais atuais são predominantemente digitais, o que dificulta a compatibilidade e comunicação entre os dois.</p>



<p><strong>Falta de Padronização</strong></p>



<p>A engenharia neuromórfica ainda está em estágio inicial, o que significa que não há padrões industriais bem definidos para o desenvolvimento de circuitos e arquiteturas. Isso resulta em problemas de interoperabilidade e limita a adoção em larga escala.</p>



<p><strong>Engenharia Neuromórfica x Computação Convencional</strong></p>



<p>A computação tradicional é baseada em uma arquitetura chamada de Von Neumann, onde memória e processamento de dados estão separados. Esse modelo funciona bem para cálculos lineares, mas apresenta limitações quando lidamos com tarefas complexas e paralelas, como as realizadas pelo cérebro humano.</p>



<p>A engenharia neuromórfica, por outro lado, une memória e processamento, permitindo que os dados sejam processados de forma mais rápida e com menos consumo de energia. Essa arquitetura é inspirada no cérebro, onde as sinapses e neurônios operam em conjunto para armazenar e processar informações simultaneamente.</p>



<p>No futuro, espera-se que a computação neuromórfica torne-se cada vez mais eficiente, possibilitando aplicações em larga escala e até em dispositivos do cotidiano, como smartphones e assistentes de voz. À medida que mais empresas investem em pesquisa e desenvolvimento de circuitos neuromórficos, a engenharia neuromórfica pode se tornar uma das bases da próxima geração de tecnologias inteligentes.</p>



<p>Fonte: <a href="https://olhardigital.com.br/2024/10/26/ciencia-e-espaco/o-que-e-engenharia-neuromorfica/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a></p>
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		<title>A descoberta que desafia bases da engenharia química</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Co2]]></category>
		<category><![CDATA[De olho na engenharia]]></category>
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		<category><![CDATA[Gases poluentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Material retém dióxido de carbono com tanta força que abre caminho para separar hidrogênio com eficiência inédita Pesquisadores descobriram que, ao contrário do que dita a prática comum na área de separação de&#160;gases&#160;industriais, certas membranas podem perder eficiência justamente por atraírem demais o gás desejado. O achado, publicado na&#160;Science Advances, desafia princípios tradicionais da engenharia [&#8230;]]]></description>
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<p>Material retém dióxido de carbono com tanta força que abre caminho para separar hidrogênio com eficiência inédita</p>



<p>Pesquisadores descobriram que, ao contrário do que dita a prática comum na área de separação de&nbsp;<strong>gases</strong>&nbsp;industriais, certas membranas podem perder eficiência justamente por atraírem demais o gás desejado. O achado, publicado na&nbsp;<a href="https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.adz2830" target="_blank" rel="noopener"><strong>Science Advances</strong></a>, desafia princípios tradicionais da engenharia química.</p>



<p>Ao projetar membranas industriais, é comum incluir estruturas químicas que atraiam o gás de interesse, aumentando sua permeabilidade. No entanto, o novo estudo revela que essa atração pode sair pela culatra.</p>



<p>Segundo Haiqing Lin, professor de engenharia química e biológica da Universidade de Buffalo e autor correspondente do trabalho, isso “é muito contraintuitivo e desafia o pensamento tradicional na ciência da separação de gases”.</p>



<p>A equipe investigou o comportamento do dióxido de carbono (CO₂) em membranas feitas de poliaminas reticuladas, polímeros conhecidos por interagir fortemente com o gás.</p>



<p>Experimentos e simulações mostraram que, em vez de acelerar a passagem do CO₂, o material o retém com tanta força que sua permeabilidade diminui de forma significativa.</p>



<p><strong>Do problema à solução: seletividade recorde</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A constatação levou os pesquisadores a testar a membrana em outra aplicação: separar hidrogênio e CO₂, mistura comum em processos industriais.</li>



<li>O resultado impressionou. A membrana alcançou seletividade de 1.800, permitindo a passagem do hidrogênio 1.800 vezes mais facilmente do que do CO₂ — um recorde histórico.</li>



<li>“Antes deste trabalho, as melhores taxas giravam em torno de 100. Isso realmente estabelece um novo padrão”, afirma o primeiro autor, Leiqing Hu, hoje professor na Universidade de Zhejiang.</li>
</ul>



<p><strong>Descoberta com grande potencial</strong></p>



<p>Além do desempenho inédito, as poliaminas reticuladas podem formar membranas de filme fino para uso industrial, são autorreparáveis e resistentes a condições extremas.</p>



<p>Para o coautor Kaihang Shi, da Universidade de Buffalo, a inovação tem potencial direto para processos mais limpos: “Separações químicas industriais consomem cerca de 15% da energia global. Soluções como esta são essenciais para reduzir emissões e tornar a indústria mais eficiente.”</p>



<p>Fonte: <a href="https://olhardigital.com.br/2025/11/22/ciencia-e-espaco/a-descoberta-que-desafia-bases-da-engenharia-quimica/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a></p>
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		<title>Lugares “assombrados” ganham explicação científica (e não envolve fantasmas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[De olho na engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[Aquele calafrio em porões e casas antigas pode ter explicação bem terrena: sons inaudíveis de baixa frequência elevam o estresse e a irritabilidade, simulando experiências &#8220;fantasmagóricas&#8221;. Você já entrou em um lugar e sentiu&#160;um desconforto estranho, como se algo estivesse errado? A vontade de sair dali veio do nada. A explicação mais óbvia, para muitos,&#160;seria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aquele calafrio em porões e casas antigas pode ter explicação bem terrena: sons inaudíveis de baixa frequência elevam o estresse e a irritabilidade, simulando experiências &#8220;fantasmagóricas&#8221;.</p>



<p>Você já entrou em um lugar e sentiu&nbsp;um desconforto estranho, como se algo estivesse errado? A vontade de sair dali veio do nada. A explicação mais óbvia, para muitos,&nbsp;seria algo sobrenatural. Mas um novo estudo sugere que o verdadeiro culpado pode ser invisível e inaudível: o infrassom.</p>



<p>Pesquisadores da Universidade MacEwan, no Canadá, descobriram que vibrações de baixa frequência — abaixo do limite da audição humana (cerca de 20 hertz) — são capazes de aumentar os níveis de cortisol (hormônio do estresse) e provocar irritabilidade, mesmo quando a pessoa não percebe a presença do som.</p>



<p><strong>Experimento com música</strong></p>



<p>A equipe recrutou 36 estudantes de graduação para um experimento em uma sala isolada. Os participantes ouviram música (relaxante ou perturbadora) enquanto, sem que soubessem, subwoofers escondidos emitiam infrassom de 18 hertz para metade deles. Antes e depois da sessão, foram coletadas amostras de saliva para medir o cortisol.</p>



<p>Após a exposição, os voluntários que haviam sido submetidos ao infrassom relataram sentir-se mais irritáveis, desconfortáveis e classificaram a música como mais triste — mesmo quando ela era originalmente relaxante. Mais impressionante: nenhum deles foi capaz de dizer se havia ou não vibrações subsônicas na sala.</p>



<p><strong>Medo de casa abandonada</strong></p>



<p>O achado mais significativo do estudo, publicado na&nbsp;<a href="https://www.frontiersin.org/journals/behavioral-neuroscience/articles/10.3389/fnbeh.2026.1729876/full" target="_blank" rel="noopener"><strong>Frontiers in Behavioral Neuroscience</strong></a>, foi a correlação entre o infrassom e o aumento do cortisol. “O aumento da irritabilidade e o aumento do cortisol estão naturalmente relacionados, porque quando as pessoas se sentem mais irritadas ou estressadas, o cortisol tende a aumentar”, explica Kale Scatterty, primeiro autor. “Mas a exposição ao infrassom teve efeitos em ambos os resultados que foram além dessa relação natural.”</p>



<p>Rodney Schmaltz, autor sênior do estudo, contextualiza: “Imagine visitar um prédio supostamente assombrado. Seu humor muda, você se sente agitado, mas não consegue ver nem ouvir nada de incomum. Em um prédio antigo, há uma boa chance de haver infrassom, principalmente em porões onde tubulações e sistemas de ventilação antigos produzem essas vibrações.”</p>



<p>O infrassom não é raro. Ele é gerado por máquinas, tráfego, sistemas de ventilação, mas também por fontes naturais como tempestades, terremotos, vulcões e auroras. Alguns animais usam essas vibrações para comunicação e navegação, e há hipóteses de que eles consigam detectar infrassom de desastres naturais antes que estes aconteçam.</p>



<p><strong>O que vem a seguir?</strong></p>



<p>Os autores reconhecem limitações: amostra pequena (36 pessoas, maioria mulheres) e apenas uma frequência testada (18 hertz). “Até agora, testamos apenas uma frequência específica. Podem existir muitas outras frequências e combinações que tenham seus próprios efeitos diferenciais”, alerta Scatterty.</p>



<p>Mesmo assim, as descobertas têm implicações práticas. Elas podem ajudar a desmistificar relatos de atividades paranormais e, mais importante, subsidiar regulamentações sobre ruído e normas de projeto de edifícios. “Nossos resultados sugerem que mesmo uma breve exposição pode alterar o humor e aumentar o cortisol”, diz Schmaltz. “Isso destaca a importância de entender como o infrassom afeta as pessoas em situações reais.”</p>



<p>Se você já sentiu um arrepio inexplicável em um porão, talvez não seja um fantasma. É o cano velho, a tubulação, a vibração inaudível do mundo moderno — uma assombração de verdade, mas de origem bem terrena.</p>



<p>Fonte: <a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/29/ciencia-e-espaco/lugares-assombrados-ganham-explicacao-cientifica-e-nao-envolve-fantasmas/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a></p>
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		<title>iPod volta a fazer sucesso entre jovens como forma de “detox digital”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:50:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[De olho na engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Detox digital]]></category>
		<category><![CDATA[Ipod]]></category>
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					<description><![CDATA[O&#160;iPod, um dos dispositivos mais icônicos dos anos 2000, voltou a ganhar espaço entre jovens, mas por um motivo inesperado: o desejo de se desconectar. Em meio ao excesso de notificações, redes sociais e estímulos digitais, muitos passaram a usar o aparelho como uma alternativa mais simples para ouvir música, sem distrações. Assim, o dispositivo [&#8230;]]]></description>
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<p>O&nbsp;iPod, um dos dispositivos mais icônicos dos anos 2000, voltou a ganhar espaço entre jovens, mas por um motivo inesperado: o desejo de se desconectar.</p>



<p>Em meio ao excesso de notificações, redes sociais e estímulos digitais, muitos passaram a usar o aparelho como uma alternativa mais simples para ouvir música, sem distrações. Assim, o dispositivo se transformou em símbolo de um novo movimento conhecido como detox digital.</p>



<p><strong>Por que o iPod voltou</strong></p>



<p>Primeiramente, o iPod oferece uma experiência direta: apenas música, sem aplicativos ou notificações.</p>



<p>Além disso, essa simplicidade se tornou um diferencial em um cenário dominado por smartphones. Enquanto os celulares concentram múltiplas funções, o iPod permite foco total em uma única atividade.</p>



<p>Por isso, muitos jovens passaram a ver o dispositivo como uma forma de recuperar a atenção e reduzir o tempo de tela.</p>



<p><strong>Movimento de detox digital</strong></p>



<p>O uso do iPod faz parte de uma tendência maior. Cada vez mais pessoas buscam reduzir a dependência de tecnologia no dia a dia.</p>



<p>Nesse contexto, surgem práticas como limitar redes sociais, usar celulares mais simples e até adotar dispositivos antigos para tarefas específicas.</p>



<p>Dessa forma, o objetivo não é abandonar a tecnologia, mas utilizá-la de maneira mais consciente.</p>



<p><strong>Nostalgia e identidade</strong></p>



<p>Além da funcionalidade, o fator nostalgia também influencia. Para muitos, o iPod representa uma época em que a relação com a tecnologia era menos intensa.</p>



<p>Ao mesmo tempo, jovens que não viveram essa fase passaram a adotar o aparelho como um estilo de vida, valorizando o minimalismo digital.</p>



<p><strong>Impacto no comportamento</strong></p>



<p>Essa mudança revela um movimento interessante: a tecnologia mais avançada nem sempre é a mais desejada.</p>



<p>Em alguns casos, soluções mais simples podem oferecer melhor qualidade de vida, especialmente quando ajudam a reduzir distrações e aumentar o foco.</p>



<p><strong>Um novo olhar sobre tecnologia</strong></p>



<p>Portanto, o retorno do iPod mostra que o futuro da tecnologia pode não estar apenas na inovação constante, mas também na forma como as pessoas escolhem usá-la.</p>



<p>Assim, o chamado detox digital ganha força e transforma dispositivos antigos em ferramentas modernas para equilíbrio e bem-estar.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2026/04/10/reviews/retorno-do-ipod-jovens-adotam-dispositivo-como-detox-digital/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a></p>
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		<title>Estudantes viralizam ao criar ponte de palitos que suporta mais de 430 kg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:21:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco estudantes de engenharia civil chamaram atenção nas redes sociais ao construir uma ponte feita com palitos de&#160;picolé&#160;capaz de suportar mais de 430 quilos. O grupo desenvolveu o projeto em São José do Rio Preto (SP). Logo após a divulgação do teste, o vídeo viralizou e impressionou milhares de pessoas. O experimento fez parte de [&#8230;]]]></description>
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<p>Cinco estudantes de engenharia civil chamaram atenção nas redes sociais ao construir uma ponte feita com palitos de&nbsp;picolé&nbsp;capaz de suportar mais de 430 quilos. O grupo desenvolveu o projeto em São José do Rio Preto (SP). Logo após a divulgação do teste, o vídeo viralizou e impressionou milhares de pessoas.</p>



<p>O experimento fez parte de uma atividade acadêmica do Centro Universitário de Rio Preto (Unirp). Nesse desafio, os alunos precisavam criar uma estrutura leve e resistente usando apenas materiais simples, como palitos de madeira e cola. Por isso, o resultado surpreendeu até professores.</p>



<p><strong>Como a ponte foi construída</strong></p>



<p>Primeiramente, as estudantes aplicaram conceitos clássicos da engenharia estrutural. Elas escolheram um modelo treliçado, muito usado em pontes reais. Esse formato distribui melhor o peso e aumenta a resistência da estrutura.</p>



<p>Além disso, o grupo realizou testes antes da versão final. Durante cerca de 60 dias, elas montaram a ponte manualmente, colando cada palito com precisão. Dessa forma, conseguiram criar uma estrutura leve, mas extremamente resistente.</p>



<p><strong>Teste impressiona</strong></p>



<p>Durante o teste final, os pesos foram adicionados de forma gradual. Assim, a equipe conseguiu avaliar a resistência da ponte passo a passo.</p>



<p>Para surpresa geral, a estrutura suportou mais de 430 kg. Esse valor representa aproximadamente o peso de seis adultos. Por isso, o resultado superou a expectativa inicial, que era de cerca de 300 kg.</p>



<p><strong>Projeto viralizou</strong></p>



<p>Após a divulgação, o experimento ganhou grande repercussão nas redes sociais. O vídeo acumulou milhões de visualizações e chamou atenção até de entidades ligadas à engenharia.</p>



<p>Além disso, o projeto passou a ser visto como exemplo de criatividade e aplicação prática do conhecimento.</p>



<p><strong>Muito além da sala de aula</strong></p>



<p>O trabalho mostra, na prática, como teoria e prática podem andar juntas. As estudantes aplicaram conceitos importantes, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>distribuição de cargas</li>



<li>resistência dos materiais</li>



<li>estabilidade estrutural</li>
</ul>



<p>Além disso, o projeto também destacou a presença feminina na engenharia civil, o que reforça a importância da diversidade na área.</p>



<p>Assim, a ponte deixou de ser apenas um exercício acadêmico e se transformou em um exemplo claro de como criatividade e conhecimento técnico podem gerar resultados extraordinários.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/google/amp/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2026/03/14/estudantes-viralizam-ao-construir-ponte-com-palitos-de-picole-capaz-de-suportar-mais-de-430-kg-realmente-extraordinario.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a></p>
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		<title>Cérebros congelados podem ter sido reativados em experimento científico</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/cerebros-congelados-podem-ter-sido-reativados-em-experimento-cientifico.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia de congelar cérebros e reativá-los no futuro sempre pareceu coisa de ficção científica. No entanto, um experimento recente reacendeu esse debate ao sugerir que estruturas cerebrais podem permanecer funcionais mesmo após congelamento prolongado. Segundo relatos divulgados,&#160;criogenistas&#160;conseguiram preservar tecidos cerebrais por semanas em temperaturas extremamente baixas. Depois disso, ao descongelar as amostras, os pesquisadores [&#8230;]]]></description>
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<p>A ideia de congelar cérebros e reativá-los no futuro sempre pareceu coisa de ficção científica. No entanto, um experimento recente reacendeu esse debate ao sugerir que estruturas cerebrais podem permanecer funcionais mesmo após congelamento prolongado.</p>



<p>Segundo relatos divulgados,&nbsp;criogenistas&nbsp;conseguiram preservar tecidos cerebrais por semanas em temperaturas extremamente baixas. Depois disso, ao descongelar as amostras, os pesquisadores observaram que algumas conexões neurais continuavam ativas, indicando preservação parcial da função cerebral&nbsp;</p>



<p><strong>O que realmente foi reativado?</strong></p>



<p>Primeiramente, é importante entender o que os cientistas conseguiram de fato. O experimento não envolveu cérebros humanos completos sendo “revividos”.</p>



<p>Na prática, os pesquisadores trabalharam com tecidos cerebrais e estruturas celulares isoladas. Após o descongelamento, essas estruturas apresentaram sinais de atividade, como funcionamento de sinapses.</p>



<p>Além disso, estudos recentes em laboratório já mostraram que organoides cerebrais (mini-cérebro cultivado) podem ser congelados e depois recuperar atividade normal após o descongelamento&nbsp;</p>



<p><strong>Isso significa que é possível “reviver” cérebros?</strong></p>



<p>Apesar dos avanços, a resposta ainda é não. Atualmente, nenhum cientista conseguiu reativar um cérebro completo ou trazer um ser humano de volta à vida após criopreservação. A técnica de criogenia, que congela corpos a cerca de -196 °C, ainda enfrenta desafios enormes.</p>



<p>Por exemplo, o congelamento pode danificar células, conexões neurais e estruturas essenciais para a memória. Além disso, a ciência ainda não sabe exatamente como preservar toda a informação armazenada no cérebro humano&nbsp;</p>



<p><strong>Por que a descoberta é importante</strong></p>



<p>Mesmo com limitações, o estudo representa um avanço importante. Ele sugere que partes do cérebro podem resistir ao congelamento melhor do que se pensava.</p>



<p>Assim, essa descoberta pode ajudar em áreas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>preservação de tecidos para pesquisas médicas</li>



<li>estudo de doenças neurológicas</li>



<li>desenvolvimento de novas técnicas de armazenamento biológico</li>
</ul>



<p>Além disso, os resultados ajudam cientistas a entender melhor como proteger células cerebrais em condições extremas.</p>



<p><strong>Criogenia ainda é um campo experimental</strong></p>



<p>Por outro lado, especialistas reforçam que a criogenia ainda está longe de permitir a “ressurreição” de pessoas.</p>



<p>Hoje, a técnica é considerada experimental e sem comprovação de reanimação humana. Apesar disso, algumas empresas continuam oferecendo serviços de congelamento na esperança de avanços futuros.</p>



<p>Portanto, embora a ideia de reativar cérebros congelados seja fascinante, a ciência ainda está nos primeiros passos nessa área.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<a href="https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/historia-hoje/cerebros-congelados-teriam-sido-reativados-por-criogenistas.phtml" target="_blank" rel="noopener">Aventuras na História</a></p>
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		<title>China quebra recorde mundial ao perfurar mais de 3 mil metros de gelo na Antártica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Gelo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Cientistas chineses alcançaram um feito histórico ao perfurar mais de 3.400 metros de gelo na&#160;Antártica, estabelecendo um novo recorde mundial em profundidade. A conquista representa um avanço significativo na exploração científica de regiões extremas do planeta.&#160; A operação aconteceu durante a 42ª expedição antártica da China, na região do lago subglacial Qilin, um ambiente isolado [&#8230;]]]></description>
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<p>Cientistas chineses alcançaram um feito histórico ao perfurar mais de 3.400 metros de gelo na&nbsp;Antártica, estabelecendo um novo recorde mundial em profundidade. A conquista representa um avanço significativo na exploração científica de regiões extremas do planeta.&nbsp;</p>



<p>A operação aconteceu durante a 42ª expedição antártica da China, na região do lago subglacial Qilin, um ambiente isolado há milhões de anos e considerado um dos mais misteriosos da Terra.&nbsp;</p>



<p><strong>Como a perfuração foi possível</strong></p>



<p>Primeiramente, os cientistas utilizaram uma técnica inovadora baseada em água quente pressurizada, que derrete o gelo em vez de perfurá-lo com brocas tradicionais.</p>



<p>Dessa forma, o processo se torna mais rápido, reduz o impacto ambiental e diminui o risco de contaminação das camadas profundas. Além disso, a técnica permite alcançar profundidades maiores com mais segurança.&nbsp;</p>



<p><strong>Um recorde histórico</strong></p>



<p>O novo resultado superou o recorde anterior de cerca de 2.540 metros, ampliando o limite da perfuração em quase 1.000 metros.</p>



<p>Com isso, a China demonstra capacidade de acessar mais de 90% da camada de gelo da Antártica, algo que poucos países conseguem realizar.&nbsp;</p>



<p><strong>O que existe sob o gelo</strong></p>



<p>Debaixo de mais de 3 quilômetros de gelo, os cientistas encontram ambientes completamente isolados do mundo exterior.</p>



<p>Esses locais podem guardar informações valiosas sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o clima da Terra há milhões de anos</li>



<li>a evolução do planeta</li>



<li>possíveis formas de vida em condições extremas</li>
</ul>



<p>Por isso, o acesso a esses ambientes é considerado uma das maiores fronteiras da ciência atual.&nbsp;</p>



<p><strong>Por que isso é importante</strong></p>



<p>Além de ampliar o conhecimento sobre mudanças climáticas, a descoberta pode ajudar a entender como a vida pode existir em ambientes extremos, inclusive em outros planetas.</p>



<p>Assim, a Antártica se torna um laboratório natural para estudar limites da biologia e da sobrevivência.</p>



<p><strong>Um avanço estratégico</strong></p>



<p>Ao atingir essa profundidade recorde, a China também fortalece sua posição na corrida científica global.</p>



<p>Além disso, o domínio dessa tecnologia abre caminho para novas expedições e descobertas nos polos do planeta.</p>



<p><strong>O que vem agora</strong></p>



<p>Com a perfuração concluída, cientistas poderão coletar amostras de água e sedimentos do lago subglacial.</p>



<p>Dessa forma, futuras pesquisas podem revelar segredos inéditos sobre a história da Terra, e talvez até sobre a existência de vida em ambientes considerados impossíveis.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<a href="https://revistaforum.com.br/global/china-em-foco/3-mil-metros-de-profundidade-cientistas-chineses-quebram-recorde-mundial-em-perfuracao-na-antartida/" target="_blank" rel="noopener">Revista Fórum</a></p>
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		<title>Engrenagem de 3.000 anos encontrada no oceano desafia a engenharia moderna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma descoberta no fundo do&#160;oceano&#160;está intrigando cientistas e engenheiros ao redor do mundo. Pesquisadores encontraram uma engrenagem com cerca de 3.000 anos, que apresenta um nível de precisão surpreendente até para padrões atuais. Além disso, equipes localizaram o objeto durante uma expedição no Mediterrâneo oriental, região conhecida por antigos naufrágios. Em seguida, utilizaram veículos submersos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma descoberta no fundo do&nbsp;oceano&nbsp;está intrigando cientistas e engenheiros ao redor do mundo. Pesquisadores encontraram uma engrenagem com cerca de 3.000 anos, que apresenta um nível de precisão surpreendente até para padrões atuais.</p>



<p>Além disso, equipes localizaram o objeto durante</p>



<p>uma expedição no Mediterrâneo oriental, região conhecida por antigos naufrágios. Em seguida, utilizaram veículos submersos com câmeras de alta resolução para identificar a peça a cerca de 60 metros de profundidade e realizar a remoção com cuidado.</p>



<p><strong>Um mecanismo fora do seu tempo</strong></p>



<p>O que mais chama atenção é a complexidade da engrenagem. Os dentes exibem ângulos e espaçamento extremamente precisos, algo que exige cálculos avançados de mecânica.</p>



<p>Além disso, a tolerância entre as partes chega a frações de milímetro. Por isso, especialistas questionam como civilizações antigas conseguiram produzir algo tão sofisticado.</p>



<p><strong>Composição também intriga</strong></p>



<p>Outro ponto relevante envolve o material utilizado. Análises indicam uma liga metálica incomum para a época, com características que aumentam a resistência ao desgaste.</p>



<p>Dessa forma, os pesquisadores acreditam que os criadores dominavam técnicas avançadas e entendiam propriedades mecânicas de maneira detalhada.</p>



<p><strong>Existe algo parecido na história?</strong></p>



<p>Muitos especialistas comparam a descoberta ao Mecanismo de Anticítera, conhecido por utilizar engrenagens complexas para prever eventos astronômicos.</p>



<p>Assim, esse paralelo reforça a ideia de que algumas civilizações antigas já dominavam tecnologias muito além do que se imaginava.</p>



<p><strong>O que essa descoberta pode mudar</strong></p>



<p>Com isso, a engrenagem reacende um debate importante. Afinal, será que o nível tecnológico da Antiguidade foi subestimado?</p>



<p>Além disso, novas descobertas reforçam que o passado pode ter sido muito mais avançado do que os registros indicam.</p>



<p><strong>Um mistério ainda sem resposta</strong></p>



<p>Apesar dos avanços nas análises, os cientistas ainda não explicam completamente como essa peça foi produzida com tanta precisão.</p>



<p>Portanto, o objeto continua sendo um dos achados mais intrigantes da arqueologia recente.</p>



<p>Assim, a descoberta reforça uma ideia cada vez mais forte: o passado ainda guarda segredos que a ciência está apenas começando a entender.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<a href="https://revistaoeste.com/oestegeral/2026/04/11/engrenagem-de-3-000-anos-encontrada-no-fundo-do-oceano-desafia-a-engenharia-moderna/" target="_blank" rel="noopener">Revista Oeste</a></p>
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		<title>Lixo eletrônico vira fonte de metais preciosos</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/lixo-eletronico-vira-fonte-de-metais-preciosos.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 12:26:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo mostra que extrair metais do lixo é até 13 vezes mais barato e muito menos poluente que a mineração tradicional A crescente montanha de&#160;lixo&#160;eletrônico pode esconder uma oportunidade estratégica para a transição rumo a uma economia mais sustentável. Um novo estudo mostra que a vaporização de componentes eletrônicos, realizada por meio de aquecimento elétrico [&#8230;]]]></description>
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<p>Estudo mostra que extrair metais do lixo é até 13 vezes mais barato e muito menos poluente que a mineração tradicional</p>



<p>A crescente montanha de&nbsp;lixo&nbsp;eletrônico pode esconder uma oportunidade estratégica para a transição rumo a uma economia mais sustentável. Um novo estudo mostra que a vaporização de componentes eletrônicos, realizada por meio de aquecimento elétrico instantâneo, permite&nbsp;<strong>recuperar metais preciosos</strong>&nbsp;de forma muito mais barata, eficiente e limpa do que a mineração tradicional. Ao aquecer instantaneamente peças eletrônicas a cerca de 3.000 °C por meio de corrente elétrica, os pesquisadores conseguiram extrair&nbsp;<strong>quantidades significativas de&nbsp;metais&nbsp;valiosos</strong>&nbsp;sem gerar resíduos perigosos. De acordo com a análise, depender do lixo eletrônico como fonte desses materiais pode ser até&nbsp;<strong>13 vezes mais barato</strong>&nbsp;do que extraí-los diretamente do solo.</p>



<p>Até agora, as tentativas de recuperação de metais a partir de resíduos eletrônicos envolviam métodos pouco sustentáveis, como a&nbsp;<strong>queima de aparelhos quebrados em fornos</strong>&nbsp;que consomem grandes quantidades de energia e liberam substâncias tóxicas na atmosfera. Em contraste, o chamado “aquecimento por efeito Joule instantâneo” utiliza correntes elétricas intensas para vaporizar os metais presentes nos componentes, alcançando uma eficiência energética de&nbsp;<strong>80 a 500 vezes maior</strong>&nbsp;do que a dos processos convencionais.</p>



<p>O potencial desse tipo de abordagem fica ainda mais evidente quando se observam os dados sobre a composição do lixo eletrônico. Um estudo de 2008 calculou que uma tonelada de telefones celulares sem baterias contém aproximadamente&nbsp;<strong>130 quilos de cobre, 3,5 quilos de prata, 340 gramas de ouro e 140 gramas de paládio</strong>. Em termos de mineração tradicional, esses números seriam considerados resultados de classe mundial, situando-se no 99º percentil de teor metálico.&nbsp;Para efeito de comparação, a maioria das operações de mineração a céu aberto apresenta taxas de extração entre 0,5 e 1,8 gramas de ouro por tonelada de minério e entre 100 e 180 gramas de prata por tonelada. Considerando que cerca de<strong>&nbsp;40 milhões de toneladas de lixo eletrônico</strong>&nbsp;são produzidas anualmente no mundo, o potencial econômico da recuperação desses metais torna-se evidente — razão pela qual os cientistas chamam esse processo de “mineração urbana”.</p>



<p>Nos experimentos descritos no estudo, pesquisadores da Universidade Rice trituraram uma placa de circuito impresso e a misturaram com negro de fumo, utilizado como aditivo condutor. Ao ser colocada em uma câmara de choque elétrico, a mistura é submetida a uma corrente tão intensa que metais preciosos como ródio, cobre e ouro se&nbsp;<strong>transformam brevemente em vapor</strong>. Já os componentes à base de carbono, como o plástico, passam por carbonização. Esse mesmo processo, segundo os cientistas, já foi empregado em outras pesquisas para transformar plástico em diamantes, reforçando o potencial da tecnologia como uma solução versátil para enfrentar, ao mesmo tempo, o desafio do lixo eletrônico e a crescente demanda global por metais críticos.</p>



<p>Com informações de <a href="https://ciclovivo.com.br/inovacao/tecnologia/lixo-eletronico-vira-fonte-de-metais-preciosos/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Eve: carro voador brasileiro já acumula mais de US$ 1 bilhão em investimentos</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/eve-carro-voador-brasileiro-ja-acumula-mais-de-us-1-bilhao-em-investimentos.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 21:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Carro Voador]]></category>
		<category><![CDATA[Eve]]></category>
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					<description><![CDATA[Eve Air Mobily anunciou um novo investimento destinado à pesquisa e operação no Brasil A&#160;Eve Air Mobility&#160;anunciou a captação de&#160;US$ 150 milhões em um novo financiamento. O aporte será destinado a&#160;acelerar o desenvolvimento do primeiro carro voador brasileiro&#160;e à consolidação do plano de longo prazo da empresa no setor de mobilidade aérea urbana. Recentemente, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eve Air Mobily anunciou um novo investimento destinado à pesquisa e operação no Brasil</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/tag/eve-air-mobility/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eve Air Mobility</strong></a>&nbsp;anunciou a captação de&nbsp;<strong>US$ 150 milhões em um novo financiamento</strong>. O aporte será destinado a&nbsp;<strong>acelerar o desenvolvimento do primeiro carro voador brasileiro&nbsp;</strong>e à consolidação do plano de longo prazo da empresa no setor de mobilidade aérea urbana.</p>



<p>Recentemente, a companhia realizou o primeiro voo do protótipo do eVTOL (veículo elétrico de pouso e decolagem vertical) com sucesso no interior de São Paulo, abrindo caminho para a certificação e operação comercial no Brasil.</p>



<p><strong>Eve acumula mais de US$ 1 bilhão em investimentos</strong></p>



<p>A captação de US$ 150 milhões (mais de R$ 804 milhões) foi estruturada como um empréstimo com prazo de cinco anos e contou com a participação de instituições financeiras como Itaú, Banco do Brasil, Citibank e Mitsubishi UFJ Financial Group.</p>



<p>Segundo a empresa, o aporte reforça a confiança do mercado na estratégia da Eve e garante fôlego financeiro para avançar além das próximas etapas do projeto. Os recursos serão direcionados principalmente para<strong>&nbsp;pesquisa e desenvolvimento</strong>, com foco na&nbsp;<strong>integração do carro voador a um ecossistema completo de mobilidade aérea urbana</strong>, além do avanço nos&nbsp;<strong>processos de certificação e preparação para a comercialização</strong>&nbsp;da aeronave.</p>



<p>Diretor financeiro da Eve, Eduardo Couto destacou que o financiamento assegura recursos de longo prazo para acelerar o desenvolvimento tecnológico, cumprir o cronograma estratégico e sustentar a execução dos planos da empresa para além de 2028. A operação também deve fortalecer a colaboração com parceiros de infraestrutura e autoridades regulatórias, pontos considerados essenciais para a viabilização das operações em larga escala.</p>



<p>Com o novo empréstimo, o&nbsp;<strong>financiamento total da Eve chega a US$ 1,2 bilhão</strong>.</p>



<p><strong>Carro voador brasileiro já fez voo inaugural</strong></p>



<p><a href="https://www.eveairmobility.com/eve-air-mobility-completes-successful-first-flight-of-full-scale-evtol-prototype/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conforme divulgado pela Eve Air Mobility</strong></a>, o primeiro voo do protótipo em escala real aconteceu em meados de dezembro na pista de aviação da fábrica da Embraer, que fica em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo.</p>



<p>Durante o teste, que não contou com tripulantes, a empresa verificou a integração dos oito propulsores do carro, o gerenciamento de energia e o nível de ruído emitido. O&nbsp;protótipo se saiu como esperado.</p>



<p>O voo inaugural marca o&nbsp;início dos testes de carros voadores no Brasil. No entanto, antes de entrar em operação, os modelos precisam da certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).</p>



<p><strong>Como é o carro voador da Eve</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1.jpg" alt="" class="wp-image-5250" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1-960x540.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1-800x450.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1-768x432.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1-640x360.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1-425x239.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1-320x180.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/eve-1-240x135.jpg 240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Carro voador brasileiro deve fazer o circuito Faria Lima – Guarulhos em 13 minutos (Imagem: Eve Air Mobility/Reprodução)</figcaption></figure>
</div>


<p>O modelo é um eVTOL (veículos elétricos de pouso e decolagem vertical), popularmente conhecido como “carro voador”. O conceito é da Eve Air Mobility, subsidiária da Empresa Brasileira de Aeronáutica, a Embraer. A empresa vai fabricar seis protótipos voltados para testes, de olho na certificação por parte da ANAC.</p>



<p>O carro voador em questão tem capacidade para levar cinco pessoas (quatro passageiros e um piloto), com autonomia de 100 quilômetros. Isso permite rodar trajetos curtos, normalmente dentro ou entre centros urbanos. De acordo com a Eve, ele será capaz e fazer o trecho Faria Lima-Aeroporto de Guarulhos em apenas 13 minutos.</p>



<p>Por enquanto, são cerca de 3 mil unidades já encomendadas.</p>



<p>Com informações de <a href="https://olhardigital.com.br/2026/01/20/carros-e-tecnologia/eve-carro-voador-brasileiro-ja-acumula-mais-de-us-1-bilhao-em-investimentos/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a>.</p>
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		<title>Robô humanoide da Ford supera metas em teste de fábrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 21:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Robô]]></category>
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					<description><![CDATA[Teste da Ford na Alemanha mostra robô humanoide com IA alcançando 97% de confiabilidade e produtividade acima da meta em tarefas reais Robôs humanoides&#160;com inteligência artificial (IA) podem estar mais próximos de se tornar parte da rotina industrial do que se imaginava. Um teste conduzido pela&#160;Ford&#160;em seu Centro de Inovação, em Colônia, na Alemanha, mostrou [&#8230;]]]></description>
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<p>Teste da Ford na Alemanha mostra robô humanoide com IA alcançando 97% de confiabilidade e produtividade acima da meta em tarefas reais</p>



<p><strong>Robôs humanoides</strong>&nbsp;com inteligência artificial (IA) podem estar mais próximos de se tornar parte da rotina industrial do que se imaginava. Um teste conduzido pela&nbsp;<strong>Ford&nbsp;</strong>em seu Centro de Inovação, em Colônia, na Alemanha, mostrou que uma máquina com formato humano foi capaz de lidar com tarefas típicas de fábrica e, em alguns casos, até superar metas de produtividade.</p>



<p>O experimento, que durou seis semanas, envolveu a empresa britânica&nbsp;<strong>Humanoid</strong>, responsável pelo desenvolvimento do&nbsp;<strong>robô Alpha HMND 01</strong>. O objetivo foi avaliar se esse tipo de sistema consegue operar de forma confiável em um ambiente real de produção, e não apenas em condições controladas de laboratório.</p>



<p><strong>Teste em ambiente de fábrica</strong></p>



<p>Durante o período de avaliação, o&nbsp;<strong>Alpha HMND 01</strong>, um&nbsp;<strong>robô</strong>&nbsp;humanoide com rodas e dois braços, foi colocado para atuar em dois fluxos de trabalho da indústria automotiva. Um deles envolveu o transporte de caixas e recipientes usados no processo de separação de peças. O outro consistiu na manipulação de grandes componentes metálicos da carroceria de&nbsp;<strong>veículos</strong>.</p>



<p>A Humanoid informou que o robô conseguiu&nbsp;<strong>transportar autonomamente caixas com até oito quilos</strong>&nbsp;entre diferentes estações de trabalho. Além disso, manteve uma hora inteira de operação ininterrupta, o dobro do que havia sido definido como meta inicial para o teste.</p>



<p><strong>Resultados de produtividade e confiabilidade</strong></p>



<p>Os números divulgados pela empresa apontam para um desempenho acima do esperado. Nas tarefas de pegar e posicionar peças de forma totalmente autônoma, o sistema atingiu&nbsp;<strong>97% de confiabilidade</strong>. Em termos de ritmo de trabalho, o robô completou&nbsp;<strong>83 unidades por hora</strong>, superando o objetivo estabelecido de 50.</p>



<p>Outro ponto destacado foi o tempo necessário para colocar o sistema em funcionamento. Segundo a Humanoid, seus modelos de&nbsp;<strong>inteligência artificial</strong>&nbsp;são treinados com grandes volumes de dados coletados em diferentes plataformas, o que reduziu o trabalho no local. Apenas uma hora de coleta de dados foi suficiente para gerar um modelo autônomo considerado de alto desempenho para a demonstração na fábrica.</p>



<p><strong>Parceria com a Ford e próximos passos</strong></p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="288" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1.png" alt="" class="wp-image-5246" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1.png 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1-960x270.png 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1-800x225.png 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1-768x216.png 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1-640x180.png 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1-425x120.png 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1-320x90.png 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/01/robo-1-240x68.png 240w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Em testes, o robô humanoide conseguiu cumprir tarefas na fábrica da Ford (Imagem: Humanoid / Divulgação)</em></figcaption></figure>
</div>


<p>Artem Sokolov, fundador da Humanoid, afirmou que o projeto conjunto com a Ford em Colônia demonstrou a viabilidade de levar robôs humanoides para tarefas industriais reais. Segundo ele, as equipes passaram da fase de discussão para uma demonstração prática no local em seis semanas, com resultados que superaram todos os parâmetros estabelecidos.</p>



<p>Testes como o realizado na&nbsp;<strong>Alemanha</strong>&nbsp;indicam um possível caminho para que&nbsp;<strong>robôs humanoides deixem de ser apenas uma tecnologia experimental</strong>&nbsp;e passem a atuar como ferramentas comuns no chão de fábrica. Embora o experimento tenha sido limitado a um ambiente controlado dentro da unidade de inovação da Ford, os dados sugerem avanços na integração entre automação, IA e processos industriais.</p>



<p>Com informações de <a href="https://olhardigital.com.br/2026/01/20/robotica/robo-humanoide-da-ford-supera-metas-em-teste-de-fabrica/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a>.</p>
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