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	<title>Sem categoria &#8211; De olho na Engenharia</title>
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	<description>Últimas novidades e tendências do mundo.</description>
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	<title>Sem categoria &#8211; De olho na Engenharia</title>
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		<title>Robôs já assentam mais de 2 mil tijolos por dia e levantam debate sobre o futuro da construção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Robotica]]></category>
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					<description><![CDATA[Robôs capazes de assentar mais de 2 mil tijolos por dia já se tornaram realidade em testes realizados por empresas de tecnologia da construção civil. Além disso, esses sistemas começam a transformar a forma como obras são planejadas e executadas. Com isso, o setor entra em uma nova fase de automação, que promete acelerar processos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Robôs capazes de assentar mais de 2 mil tijolos por dia já se tornaram realidade em testes realizados por empresas de tecnologia da construção civil. Além disso, esses sistemas começam a transformar a forma como obras são planejadas e executadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o setor entra em uma nova fase de automação, que promete acelerar processos e reduzir tarefas repetitivas nos canteiros de obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funcionam os robôs pedreiros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas máquinas utilizam braços robóticos e sistemas automatizados para posicionar tijolos com precisão. Em muitos casos, elas também aplicam argamassa e seguem padrões digitais de construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os&nbsp;robôs&nbsp;operam de forma contínua, o que permite alta produtividade ao longo do dia. Dessa forma, eles conseguem manter um ritmo muito acima do trabalho manual tradicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns projetos, um único sistema pode atingir milhares de tijolos assentados diariamente, especialmente em estruturas repetitivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que a tecnologia está avançando agora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço da automação na construção acontece por causa de dois fatores principais. Primeiro, muitas regiões enfrentam escassez de mão de obra qualificada. Segundo, as empresas buscam aumentar produtividade e reduzir custos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o setor da construção historicamente apresenta baixa automação em comparação com outras indústrias. Por isso, novas soluções tecnológicas começam a ganhar espaço rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Robôs substituem trabalhadores?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do avanço, especialistas afirmam que os robôs ainda não substituem completamente os pedreiros. Em vez disso, eles atuam como ferramentas de apoio em tarefas repetitivas e pesadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consequentemente, o modelo mais comum que surge é o de colaboração entre humanos e máquinas. Nesse cenário, trabalhadores continuam responsáveis por ajustes, acabamento e decisões no canteiro de obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, muitos projetos ainda dependem de adaptação constante, algo que a automação total não consegue resolver com facilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos no futuro da profissão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada dessas tecnologias levanta debates importantes sobre o futuro do trabalho na construção civil. Enquanto alguns especialistas enxergam ganho de eficiência, outros demonstram preocupação com a substituição parcial de funções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a automação também pode criar novas oportunidades, especialmente em áreas ligadas à operação e manutenção desses sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o setor tende a mudar, mas não necessariamente desaparecer para os profissionais humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que esperar nos próximos anos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos próximos anos, a tendência aponta para uma construção cada vez mais híbrida. Ou seja, máquinas e trabalhadores vão atuar juntos em diferentes etapas das obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o avanço da inteligência artificial e da robótica pode ampliar ainda mais a capacidade desses sistemas, tornando-os mais acessíveis e adaptáveis a diferentes tipos de construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/05/28/pedreiros-em-risco-robos-ja-assentam-mais-de-2-mil-tijolos-por-dia.ghtm" target="_blank" rel="noopener">UOL</a></p>
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		<title>Irmãs de Gaza transformam escombros em tijolos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Destroços]]></category>
		<category><![CDATA[Escombros]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto reaproveita escombros de construções destruídas em Gaza e oferece uma alternativa viável para a reconstrução local A casa onde Tala e Farah Mousa moravam foi bombardeada. Diante dos escombros, elas passaram a se perguntar o que poderia ser feito com aquele material que, à primeira vista, representava apenas perda. A resposta surgiu no projeto [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Projeto reaproveita escombros de construções destruídas em Gaza e oferece uma alternativa viável para a reconstrução local</p>



<p class="wp-block-paragraph">A casa onde Tala e Farah Mousa moravam foi bombardeada. Diante dos escombros, elas passaram a se perguntar o que poderia ser feito com aquele material que, à primeira vista, representava apenas perda. A resposta surgiu no projeto Build Hope, Palestine, uma iniciativa que&nbsp;<strong>transforma&nbsp;escombros&nbsp;de prédios danificados em blocos reutilizáveis</strong>. O processo é simples e acessível: o material é triturado e peneirado, misturado com argila, cinzas ou pó de vidro, depois moldado e seco, tudo sem o uso de máquinas ou cadeias de suprimento complexas. A matéria-prima está espalhada por toda parte, no chão,&nbsp;<strong>ao alcance de quem precisa reconstruir</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os blocos produzidos não têm função estrutural, o que define sua proposta prática: são usados em&nbsp;<strong>canteiros de jardim,&nbsp;calçadas&nbsp;e divisórias</strong>, atendendo demandas cotidianas de bairros que enfrentam longos períodos até a reconstrução completa de suas estruturas. “A vista da minha janela é o que me mantém sempre motivada”, compartilha Tala. “A grande quantidade de entulho e a falta de soluções acessíveis para a reconstrução nos inspiram a trabalhar neste projeto. A solução é descentralizada, de baixo custo e&nbsp;<strong>utiliza materiais disponíveis localmente</strong>. Ela foi projetada para ser replicada por comunidades sem a necessidade de maquinário pesado ou infraestrutura especializada, transformando o que antes era destruição em um ponto de partida para a esperança.” A frase sintetiza o sentido do projeto: transformar o que caiu em algo útil,&nbsp;<strong>reconfigurando a lógica da reconstrução</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que produzir blocos, o objetivo das irmãs é disseminar o conhecimento. A proposta é&nbsp;<strong>ensinar 100 jovens a fabricar pelo menos 200 unidades cada</strong>, criando um efeito multiplicador que pode alcançar mais de mil pessoas à medida que a técnica se espalha. Uma vez aprendido o método, não há mais dependência direta das criadoras, o que fortalece a autonomia local e amplia o impacto da iniciativa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS.webp" alt="" class="wp-image-5410" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS.webp 1000w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS-960x540.webp 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS-800x450.webp 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS-768x432.webp 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS-640x360.webp 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS-425x239.webp 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS-320x180.webp 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/05/TIJOLOS-240x135.webp 240w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tala Mousa e Farah Mousa da equipe Build Hope – Palestina. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento internacional veio com a seleção do Build Hope entre as 35 melhores equipes do Earth Prize 2026, considerada a maior competição ambiental do mundo para jovens de 13 a 19 anos. Tala e Farah estão entre as cinco únicas equipes do Oriente Médio nesta edição e são as&nbsp;<strong>primeiras representantes de Gaza</strong>&nbsp;nos cinco anos de história do prêmio. Organizado pela Fundação Terra, uma organização sem fins lucrativos sediada em Genebra, o programa já alcançou mais de 21 mil estudantes em 169 países desde 2019, distribuindo mais de US$ 500 mil para&nbsp;<strong>jovens que desenvolvem soluções ambientais</strong>. Sete vencedores regionais serão anunciados entre 11 e 17 de maio, cada um recebendo US$ 12.500, enquanto o vencedor global será revelado em 29 de maio. Peter McGarry, fundador da The Earth Foundation, afirmou: “Ao transformar detritos em soluções práticas para a sua comunidade, eles estão&nbsp;<strong>capacitando outros a participar da recuperação</strong>. O projeto deles captura o que o Prêmio Terra representa: ideias ousadas e com raízes locais, com potencial para gerar um impacto significativo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diferencial do Build Hope está justamente em contrariar o modelo mais comum de reconstrução, geralmente dependente de ajuda externa, materiais importados e grandes empreiteiras. Aqui, o caminho é inverso: o material é local, o conhecimento permanece com quem aprende e o processo não exige uma<strong>&nbsp;economia estável nem cadeias de suprimento intactas</strong>. Mesmo após terem sido deslocadas novamente e obrigadas a deixar o protótipo para trás, as irmãs seguem com o projeto vivo, porque, mais do que o produto final, o que importa é o método. E esse, uma vez compartilhado, não se perde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://ciclovivo.com.br/inovacao/inspiracao/irmas-de-gaza-transformam-escombros-em-tijolos/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a></p>
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		<title>Placas tectônicas antigas estão deformando o interior da Terra, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 16:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo revelou que antigas placas tectônicas continuam influenciando o interior da&#160;Terra&#160;mesmo milhões de anos após desaparecerem da superfície. A descoberta mostra que o planeta ainda passa por mudanças profundas, literalmente. Segundo os pesquisadores, essas estruturas afundaram no interior do planeta ao longo de milhões de anos e hoje permanecem ativas a quase&#160;3 mil [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo revelou que antigas placas tectônicas continuam influenciando o interior da&nbsp;Terra&nbsp;mesmo milhões de anos após desaparecerem da superfície. A descoberta mostra que o planeta ainda passa por mudanças profundas, literalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os pesquisadores, essas estruturas afundaram no interior do planeta ao longo de milhões de anos e hoje permanecem ativas a quase&nbsp;<strong>3 mil quilômetros de profundidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que está acontecendo dentro da Terra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas placas antigas não desapareceram completamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, elas continuam se movimentando lentamente no manto inferior, deformando a estrutura interna do planeta. Como resultado, cientistas perceberam que o interior da Terra é muito mais dinâmico do que se imaginava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, esse processo ocorre principalmente em regiões onde placas foram empurradas para baixo ao longo do tempo, fenômeno conhecido como subducção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como os cientistas descobriram isso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender o que acontece a milhares de quilômetros abaixo da superfície, os pesquisadores analisaram ondas sísmicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas ondas mudam de velocidade dependendo do material que atravessam. Dessa forma, os cientistas conseguem mapear estruturas invisíveis dentro do planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fenômeno, chamado anisotropia sísmica, revelou padrões claros de deformação no manto profundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que isso é importante</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A descoberta muda a forma como entendemos o funcionamento do planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradicionalmente, acreditava-se que a maior parte da atividade geológica acontecia próxima à superfície. No entanto, o estudo mostra que processos profundos também desempenham um papel essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o movimento das placas tectônicas está ligado a fenômenos como terremotos, vulcões e formação de montanhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um planeta mais “vivo” do que parece</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;tectônica de placas&nbsp;explica que a camada externa da Terra é formada por blocos que se movem constantemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, os cientistas mostram que esses movimentos não param na superfície.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, mesmo placas que já “sumiram” continuam influenciando o planeta por dentro, mantendo a Terra em constante transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que isso muda na ciência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o estudo abre novas possibilidades para entender a evolução do planeta ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, essas descobertas podem ajudar a prever melhor eventos geológicos e compreender como outros planetas funcionam internamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um mistério que continua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, muitas perguntas ainda permanecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, uma coisa já está clara: o interior da Terra guarda processos ativos e complexos que ainda estamos começando a compreender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/04/23/placas-tectonicas-com-milhoes-de-anos-estao-deformando-o-interior-da-terra.ghtm" target="_blank" rel="noopener">UOL</a></p>
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		<title>O homem que escolheu salvar uma ilha em vez de enriquecer: 16 000 árvores e um legado para o planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[De olho na engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando a maioria das pessoas pensa em comprar um pedaço de terra isolado, imagina luxo, privacidade ou investimento lucrativo. Mas a história de Brendon Grimshaw segue um caminho totalmente diferente. O início de uma transformação Em 1962, o britânico desembarcou na pequena Île Moyenne, no arquipélago das Seychelles, e encontrou uma ilha praticamente esquecida: solo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando a maioria das pessoas pensa em comprar um pedaço de terra isolado, imagina luxo, privacidade ou investimento lucrativo. Mas a história de Brendon Grimshaw segue um caminho totalmente diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O início de uma transformação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1962, o britânico desembarcou na pequena Île Moyenne, no arquipélago das Seychelles, e encontrou uma ilha praticamente esquecida: solo erodido, vegetação escassa e fauna ausente. Enquanto muitos evitariam o local, ele enxergou uma oportunidade de restaurar vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio constante do amigo René Antoine Lafortune, Grimshaw trabalhou durante décadas para transformar a ilha degradada. Ele combinou mão na terra, paciência e estudo cuidadoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>16.000 árvores e um legado ecológico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Grimshaw plantou mais de 16 000 árvores estrategicamente. Ele escolheu palmeiras que atraem animais e espécies que recuperam o solo, permitindo que a floresta se regenere naturalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o passar dos anos, os resultados se tornaram visíveis: solos recuperados, umidade equilibrada e vida retornando aos espaços que antes pareciam mortos. Além disso, espécies ameaçadas, como a tartaruga‑gigante das Seychelles, encontraram ali um refúgio seguro. Assim, a ilha ganhou reconhecimento não como oportunidade de lucro, mas como verdadeiro santuário ecológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recusando milhões para preservar a natureza</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o projeto atraía atenção internacional, surgiram ofertas milionárias que poderiam torná-lo bilionário. Grimshaw rejeitou todas. Vender significaria interromper décadas de trabalho e abrir espaço para turismo predatório ou desenvolvimento imobiliário. Portanto, ele escolheu conservar a ilha em vez de vender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brendon viveu na ilha até sua morte, em 2012. Hoje, seu trabalho integra o Parque Nacional Marinho das Seychelles, garantindo que seu legado continue protegido e inspirando novas gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://www.diariodolitoral.com.br/diario-mais/homem-compra-ilha-deserta-planta-16-mil-arvores-e-recusa-fortuna/210163/" target="_blank" rel="noopener">Diário do Litoral</a></p>
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		<title>Material supercondutor criado na Coreia do Sul conduz eletricidade sem gerar calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 11:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores sul-coreanos desenvolveram um material com propriedades associadas à supercondutividade, fenômeno em que a eletricidade flui sem resistência elétrica e sem gerar calor. Esse tipo de descoberta chama atenção da comunidade científica porque pode transformar tecnologias ligadas à energia, à computação e ao transporte. Normalmente, fios condutores comuns, como os de cobre, perdem parte da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores sul-coreanos desenvolveram um material com propriedades associadas à supercondutividade, fenômeno em que a eletricidade flui sem resistência elétrica e sem gerar calor. Esse tipo de descoberta chama atenção da comunidade científica porque pode transformar tecnologias ligadas à energia, à computação e ao transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, fios condutores comuns, como os de cobre, perdem parte da energia elétrica na forma de calor durante a transmissão. Entretanto, um material supercondutor permite que a corrente elétrica circule sem essas perdas. Por isso, cientistas buscam há décadas materiais capazes de apresentar esse comportamento em condições cada vez mais acessíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisa conduzida na Coreia do Sul</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiramente, pesquisadores de instituições científicas da&nbsp;Coreia do Sul&nbsp;analisaram um composto conhecido como LK-99. Esse material possui uma estrutura cristalina baseada em chumbo e cobre, e pequenas alterações nessa estrutura podem modificar suas propriedades elétricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os estudos, os cientistas observaram que o material apresentava características que lembram o comportamento de supercondutores. Por esse motivo, a descoberta despertou grande interesse entre físicos e engenheiros que investigam novas formas de conduzir eletricidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os resultados iniciais indicaram que o material poderia apresentar supercondutividade em temperaturas relativamente mais altas do que muitos outros compostos conhecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que caracteriza um supercondutor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de tudo, um supercondutor é um material capaz de conduzir eletricidade com resistência zero. Nesse estado, a corrente elétrica percorre o material sem dissipar energia na forma de calor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse fenômeno foi descoberto em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes. Desde então, pesquisadores investigam novos materiais que possam apresentar supercondutividade em temperaturas mais próximas das condições normais do ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, supercondutores exibem o chamado efeito Meissner, no qual o material expulsa campos magnéticos de seu interior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aplicações tecnológicas possíveis</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se cientistas conseguirem desenvolver supercondutores que funcionem em temperatura ambiente, diversas tecnologias poderão se beneficiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, redes elétricas poderiam transmitir energia com eficiência muito maior. Da mesma forma, computadores poderiam operar com menor consumo energético e maior velocidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, sistemas de transporte como trens de levitação magnética (maglev) também poderiam se tornar mais eficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Debate científico sobre a descoberta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a comunidade científica ainda analisa os resultados com cautela. Diversos laboratórios ao redor do mundo tentaram reproduzir os experimentos realizados pelos pesquisadores sul-coreanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até agora, alguns estudos sugerem que o material pode apresentar propriedades interessantes, mas não necessariamente uma supercondutividade completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, a pesquisa reacendeu o interesse global pela busca de supercondutores que funcionem em condições normais de temperatura e pressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://olhardigital.com.br/2026/03/08/curiosidades/material-supercondutor-criado-na-coreia-do-sul-conduz-eletricidade-sem-gerar-calor/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a></p>
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		<title>Inspirados na natureza, cientistas criam alumínio que nunca afunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 12:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[Metal flutuante pode revolucionar universo de embarcações, criando estruturas aquáticas que nunca vão afundar Inspirados em estruturas microscópicas presentes na natureza, engenheiros da&#160;Universidade de Rochester&#160;desenvolveram uma maneira de tornar o alumínio um metal flutuante, mesmo em condições adversas. A descoberta pode ser escalável e possibilitar a construção de navios e estruturas aquáticas que nunca afundariam. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Metal flutuante pode revolucionar universo de embarcações, criando estruturas aquáticas que nunca vão afundar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirados em estruturas microscópicas presentes na natureza, engenheiros da&nbsp;<a href="https://www.rochester.edu/" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Rochester</a>&nbsp;desenvolveram uma maneira de tornar o alumínio um metal flutuante, mesmo em condições adversas. A descoberta pode ser escalável e possibilitar a construção de navios e estruturas aquáticas que nunca afundariam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mecanismo é semelhante à forma como as aranhas-sino mergulhadoras aprisionam bolhas de ar na pele ou como as formigas-de-fogo formam jangadas flutuantes com seus corpos hidrofóbicos”, explica o professor de óptica e física&nbsp;<a href="https://www.hajim.rochester.edu/optics/people/faculty/guo_chunlei/" target="_blank" rel="noopener">Chunlei Guo</a>&nbsp;que lidera a equipe que conseguiu modificar a superfície interna de tubos de alumínio por meio de corrosão a laser.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A técnica utiliza gravação a laser microscópica para criar tubos de metal hidrofóbicos (que repelem água) e retêm o ar, mantendo-os flutuando em circunstâncias extremas.&nbsp;<strong>“Quando o tubo tratado entra em contato com a água, a superfície hidrofóbica aprisiona uma bolha de ar estável no seu interior, o que impede que ele fique encharcado e afunde”</strong>, disse Chunlei Guo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada na revista&nbsp;<em>Advanced Functional Materials</em>&nbsp;a&nbsp;<a href="https://advanced.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/adfm.202526033" target="_blank" rel="noopener">pesquisa</a>&nbsp;é um passo promissor rumo à construção de estruturas flutuantes duradouras e resistentes a danos, incluindo embarcações, plataformas e equipamentos usados em mares e rios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que os tubos não afundam?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo cria cavidades na superfície em micro e nanoescala. Com estas cavidades, a superfície é preenchida por ar e repele a água. Quando o tubo tratado é submerso, essa superfície texturizada retém uma bolsa de ar estável em seu interior, funcionando como um micro sistema de flutuação integrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para garantir a estabilidade da flutuação em todos os ângulos possíveis, os pesquisadores adicionaram um divisor no centro de cada tubo. Esse recurso impede a saída de ar, mesmo se o tubo for inserido verticalmente na água. “Esse design ajuda a manter a bolha de ar dentro do tubo, para quela continue flutuando independentemente da posição”, disse Guo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Materiais flutuantes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;<a href="https://www.rochester.edu/newscenter/superhydrophobic-metal-wont-sink-406272/" target="_blank" rel="noopener">2019</a>, a equipe liderada pelo professor Guo já havia criado discos hidrofóbicos que flutuavam quando selados juntos. Mas seu desempenho falhou sob ângulos extremos ou turbulência. Agora, os pesquisadores testaram os tubos em ambientes variados e desafiadores ao longo de várias semanas e descobriram que a flutuabilidade permaneceu inalterada. Mesmo após perfurarem vários buracos no metal, os tubos continuaram a flutuar. “Mostramos que, mesmo que você danifique severamente os tubos com quantos buracos forem possíveis, eles ainda flutuam”, disse Guo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova tecnologia usando os tubos flutuantes de alumínio traz a solução para situações extremas, com uma estrutura mais simples e robusta. Os cientistas afirmam que o design atual do tubo “simplifica e aprimora” a tecnologia em diversas áreas importantes, resistindo a condições turbulentas, como as encontradas no mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Testamos os tubos em ambientes extremamente hostis durante semanas seguidas e não encontramos nenhuma degradação em sua flutuabilidade”, comentou o líder da equipe. “Você pode fazer grandes furos neles, e mostramos que mesmo se danificar severamente os tubos com quantos furos você conseguir fazer, eles ainda flutuam”, garante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários tubos podem ser interligados para criar estruturas que podem servir de base para navios, boias e plataformas flutuantes, enquanto a tecnologia pode ser facilmente dimensionada para os tamanhos maiores necessários para dispositivos flutuantes de suporte de carga, como as amarras de uma turbina eólica offshore.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1.webp" alt="" class="wp-image-5309" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1.webp 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1-960x640.webp 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1-800x534.webp 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1-768x512.webp 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1-640x427.webp 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1-425x283.webp 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1-320x213.webp 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/aluminio-flutuante-1-240x160.webp 240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Adam Fenster | University of Rochester</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>A equipe também testou diferentes comprimentos, chegando a quase meio metro, e demonstrou que o projeto poderia ser ampliado e interligado para criar plataformas flutuantes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sistemas de energia flutuantes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos materiais flutuantes, os pesquisadores exploraram aplicações práticas. Um experimento mostrou como jangadas construídas com esses tubos poderiam ser usadas para captar energia do movimento das ondas, um desenvolvimento promissor para sistemas de energia fora da rede ou de energia renovável na água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa funcionalidade adicional pode tornar essa tecnologia especialmente valiosa em ambientes remotos ou&nbsp;offshore, onde tanto a estabilidade quanto o design de baixa manutenção são fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda em fase de pesquisa, os tubos flutuantes de alumínio podem servir como base adaptável para diversas&nbsp;<a href="https://www.optimistdaily.com/2024/12/the-worlds-largest-wind-powered-cargo-ship-makes-her-maiden-transatlantic-voyage/" target="_blank" rel="noopener"><strong>tecnologias marítimas,</strong></a>&nbsp;como boias que nunca afundam, docas modulares, equipamentos de resgate de emergência e muito mais. Pode até mesmo servir de base para futuros projetos de navios que priorizem a resiliência sem sacrificar a simplicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com desenvolvimento adicional, esses tubos tratados a laser poderão se tornar uma solução elegante e escalável para alguns dos desafios da vida na água e em suas proximidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações de Ciclo Vivo.</p>
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		<title>Divisória acústica conquista título de Design Têxtil do Ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 12:29:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com uma releitura da arte de plissar tecidos, produto vence o Dezeen Awards 2025 Aconchegante e funcional. Uma empresa apostou em design têxtil para o desenvolvimento de divisórias acústicas. Trata-se de uma alternativa aos sistemas convencionais de divisão espacial que alia ainda a sustentabilidade no processo.&#160;Apelidado de Plissade, o projeto rendeu o título de Design [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Com uma releitura da arte de plissar tecidos, produto vence o Dezeen Awards 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aconchegante e funcional. Uma empresa apostou em design têxtil para o desenvolvimento de divisórias acústicas. Trata-se de uma alternativa aos sistemas convencionais de divisão espacial que alia ainda a sustentabilidade no processo.&nbsp;<strong>Apelidado de Plissade, o projeto rendeu o título de Design Têxtil do Ano no Dezeen Awards 2025.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Selecionado pelo júri internacional da Dezeen entre centenas de projetos de todo o mundo, o Plissade foi reconhecido por sua estética singular, execução técnica e relevância para a prática contemporânea do design. O júri ressaltou especialmente sua capacidade de expandir os limites do design têxtil ao integrar&nbsp;<strong>princípios de&nbsp;economia circular, redução de impacto ambiental e inovação nos processos produtivos.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1024" height="1463" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1.jpg" alt="" class="wp-image-5304" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1-960x1372.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1-800x1143.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1-768x1097.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1-640x914.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1-425x607.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1-320x457.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisora-1-240x343.jpg 240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Luis Marie</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inspirado em uma releitura da arte tradicional da franzir tecidos</strong>, o Plissade ressignifica um móvel histórico a partir de uma lógica inteiramente têxtil. Por meio de uma técnica de dobragem e fricção, o tecido se sustenta sem suporte adicional, utilizando métodos de reforço sem aglutinantes ou adesivos. O projeto demonstra como a manipulação do tecido pode ser suficiente para garantir a estabilidade. Além disso, reduz significativamente a complexidade material do produto e evita a combinação de materiais de difícil separação e&nbsp;reciclagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leve e modular, o Plissade foi concebido para se moldar a uma variedade de configurações espaciais. Sua adaptabilidade ainda permite múltiplas reutilizações ao longo do tempo, prolongando a vida útil do produto e reduzindo a necessidade de substituição. Além disso, sua estrutura têxtil contribui para o conforto acústico sem recorrer a soluções pesadas ou de alto impacto ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desenvolvimento do projeto foi guiado por uma extensa fase de pesquisa sobre o comportamento do material e por uma estratégia produtiva consciente. A produção local e a colaboração com fabricantes de setores como moda e estofamento automotivo permitiram o aproveitamento de tecnologias e maquinários já existentes, reduzindo a necessidade de novos investimentos industriais e minimizando desperdícios.<strong>&nbsp;Ao reinterpretar processos produtivos consolidados, o projeto promove eficiência e redução de resíduos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um produto circular</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As soluções acústicas ganharam crescente relevância nos últimos anos, impulsionadas pelo aumento de escritórios de planta aberta e ambientes de trabalho flexíveis. No entanto, a maioria dos produtos disponíveis no mercado utiliza tecidos colados em espuma sobre uma estrutura de madeira ou metal, ou painéis rígidos de feltro prensado. A primeira abordagem levanta preocupações ambientais significativas, enquanto a segunda limita a flexibilidade, a funcionalidade e a variedade de cores.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2.webp" alt="" class="wp-image-5305" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2.webp 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2-960x640.webp 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2-800x534.webp 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2-768x512.webp 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2-640x427.webp 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2-425x283.webp 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2-320x213.webp 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/03/divisoria-2-240x160.webp 240w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Luis Marie</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A Plissade propõe uma alternativa. Sua estrutura consiste em uma série de tubos ocos em formato de diamante, formados por duas camadas têxteis interligadas, utilizando o que os designers da Luis Marie chamam de método de “dobra e fricção”. Ao eliminar adesivos, resinas e reforços rígidos, o design garante um produto verdadeiramente circular, que pode ser totalmente desmontado e reciclado ao final de sua vida útil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações de <a href="https://ciclovivo.com.br/arq-urb/design/divisoria-acustica-design-textil-do-ano/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Curso ensina marcenaria básica com materiais reaproveitados</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/curso-ensina-marcenaria-basica-com-materiais-reaproveitados.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 19:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[Marcenaria]]></category>
		<category><![CDATA[Reaproveitamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Que tal aprender na prática os princípios da economia circular, da produção local e do consumo consciente? Em São Paulo, a UMAPAZ promove o curso&#160;Marcenaria Básica Através de Materiais Reaproveitados, voltado para pessoas interessadas em aprender técnicas de marcenaria utilizando madeira que seria descartada. A iniciativa alia&#160;educação artesanal à sustentabilidade, ensinando a&#160;identificação, manipulação e transformação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Que tal aprender na prática os princípios da economia circular, da produção local e do consumo consciente?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, a UMAPAZ promove o curso&nbsp;<strong>Marcenaria Básica Através de Materiais Reaproveitados</strong>, voltado para pessoas interessadas em aprender técnicas de marcenaria utilizando madeira que seria descartada. A iniciativa alia&nbsp;<strong>educação artesanal à sustentabilidade</strong>, ensinando a&nbsp;<strong>identificação, manipulação e transformação de sobras de madeira, aparas e restos de podas</strong>&nbsp;em novos objetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com aulas teóricas e práticas, o curso aborda desde os conceitos básicos da marcenaria até a confecção de peças e estratégias de comercialização. Segundo os coordenadores, o objetivo é mostrar como materiais que seriam&nbsp;descartados&nbsp;podem ser reaproveitados, promovendo&nbsp;<strong>consciência ambiental, aproveitamento de recursos e geração de renda</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenação fica a cargo de&nbsp;<strong>Oswaldo Marques Cera Filho</strong>, com facilitação de&nbsp;<strong>Messias Pereira Alves</strong>, artesão com expertise em cortiça e sisal, tapeceiro especializado em couro e professor de Marcenaria do Centro de Proteção da Infância e Maternidade (CEPIM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O curso é destinado a pessoas a partir de 16 anos e utiliza&nbsp;<strong>ferramentas convencionais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marcenaria pode ser sustentável</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O curso destaca como a marcenaria pode contribuir para&nbsp;<strong>reduzir desperdício, aproveitar materiais e prolongar a vida útil de móveis e objetos</strong>. Ao transformar madeira que seria descartada em peças úteis e duráveis, os alunos aprendem na prática os princípios da economia circular, da produção local e do consumo consciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais vantagens:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reaproveitamento e menos desperdício:</strong> Sobras de madeira, madeira de demolição e restos de poda são transformados em novos objetos, reduzindo lixo e dando nova vida aos materiais.</li>



<li><strong>Durabilidade > descartabilidade:</strong> Móveis duráveis podem ser consertados, lixados ou reformados, evitando o consumo constante de novos recursos.</li>



<li><strong>Menos químicos nocivos:</strong> O uso de vernizes à base de água, óleos naturais e colas menos tóxicas reduz a poluição do ar e protege a saúde de quem produz e de quem utiliza os objetos.</li>



<li><strong>Produção local e artesanal:</strong> Diminui transporte, fortalece a economia local e valoriza o trabalho manual e o conhecimento tradicional.</li>



<li><strong>Economia circular:</strong> Peças sob medida e de longa duração permitem reaproveitamento contínuo de materiais, alinhando prática artesanal e sustentabilidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima edição do curso da Umapaz acontece em 27 de fevereiro de 2026, mas todas as vagas já foram preenchidas. Mas, já há outra prevista para os dias 10, 17 e 24 de abril de 2026 e as<a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/meio_ambiente/w/marcenaria-b%C3%A1sica-atrav%C3%A9s-de-materiais-reaproveitados-1" target="_blank" rel="noopener"><strong>&nbsp;inscrições estão abertas</strong></a>. Com encontros de 2h30 cada, as aulas acontecem no endereço&nbsp;<strong>Rua Pedro Peccinini, 88 – CEA Previdência, na Vila Mariana.</strong></p>
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			</item>
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		<title>Curso gratuito de design sustentável tem foco na reciclagem de plástico</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/curso-gratuito-de-design-sustentavel-tem-foco-na-reciclagem-de-plastico-2.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 19:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Curso gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Alunos aprenderão técnicas de design aplicadas ao plástico com abordagem inovadora que une sustentabilidade, design e criação de produtos Estão abertas as inscrições para o curso gratuito de&#160;design sustentável do&#160;Ateliê Criativo, destinado a jovens e adultos de Santo Amaro e região, bairro de São Paulo/SP. A formação oferece aulas teóricas e práticas sobre técnicas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Alunos aprenderão técnicas de design aplicadas ao plástico com abordagem inovadora que une sustentabilidade, design e criação de produtos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão abertas as inscrições para o curso gratuito de&nbsp;design sustentável do&nbsp;<strong>Ateliê Criativo</strong>, destinado a jovens e adultos de Santo Amaro e região, bairro de São Paulo/SP. A formação oferece aulas teóricas e práticas sobre técnicas de design aplicadas ao aproveitamento do substrato de plástico, com base na abordagem internacional&nbsp;<strong>Precious Plastic</strong>, criada pelo designer holandês Dave Hakkens. A metodologia propõe a transformação do plástico por meio de máquinas e processos acessíveis, promovendo aprendizado técnico, consciência ambiental e estímulo à criatividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto busca promover a capacitação profissional e o desenvolvimento de habilidades técnicas e criativas, além de contribuir para a sustentabilidade por meio do reaproveitamento de materiais. As inscrições podem ser realizadas pelo&nbsp;<a href="https://www.nucleosdecultura.com.br/ateliecriativo-santoamaro/" target="_blank" rel="noopener">link</a>&nbsp;até o dia&nbsp;<strong>25 de fevereiro</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com carga horária de&nbsp;<strong>196 horas</strong>, o curso possui uma formação ampla e vagas limitadas. Os participantes poderão desenvolver produtos valorizados a partir do plástico, transformar o substrato de plástico em produtos de valor, planejar e registrar suas ideias com precisão e trocar ideias e desenvolver seus projetos de forma livre, com todo o suporte necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições acontecem até<strong>&nbsp;25 de fevereiro&nbsp;</strong>pelo&nbsp;<a href="https://www.nucleosdecultura.com.br/ateliecriativo-santoamaro/" target="_blank" rel="noopener">link</a>&nbsp;e as aulas terão início em&nbsp;<strong>04 de março de 2026</strong>. Todo o material necessário para realização do curso será disponibilizado de forma gratuita pelo projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é patrocinada pela&nbsp;<strong>Unilever</strong>, e realizada pelo&nbsp;<strong>Instituto São Paulo de Arte e Cultura</strong>&nbsp;e pelo&nbsp;<strong>Ministério da Cultura</strong>, por meio da&nbsp;<strong>Lei Federal de Incentivo à Cultura.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe o projeto&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/ateliecriativoprojeto" target="_blank" rel="noopener">no Instagram</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ateliê Criativo – Curso gratuito de Design com Plástico Reciclado</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inscrições:</strong> até 25 de fevereiro de 2026 | <a href="https://www.nucleosdecultura.com.br/ateliecriativo-santoamaro/" target="_blank" rel="noopener">Link para inscrições</a></li>



<li><strong>Início das aulas:</strong> 04 de março de 2026</li>



<li><strong>Local:</strong> Rua Padre José de Anchieta, 131, Santo Amaro, São Paulo – SP</li>



<li><strong>Carga horária:</strong> 196 horas</li>



<li><strong>Turmas Ateliê Criativo – Unilever<br></strong>Turma 1 | Segunda, quarta e sexta | 18h30 às 21h30<br>Turma 2 | Terça, quinta e sexta | 18h30 às 21h30</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vagas limitadas</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações de <a href="https://ciclovivo.com.br/fique-ligado/cursos/curso-gratuito-de-design-sustentavel-tem-foco-na-reciclagem-de-plastico/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>África está se partindo: fenômeno geológico pode formar um novo oceano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:27:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A grande fenda que muda o mapa do planeta Geólogos têm observado um processo impressionante de separação continental na&#160;África&#160;Oriental, que pode, ao longo de milhões de anos, levar à formação de um oceano totalmente novo. Esse fenômeno acontece porque as placas tectônicas estão se movendo e criando uma fenda que pode, no futuro distante, dividir [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A grande fenda que muda o mapa do planeta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Geólogos têm observado um processo impressionante de separação continental na&nbsp;África&nbsp;Oriental, que pode, ao longo de milhões de anos, levar à formação de um oceano totalmente novo. Esse fenômeno acontece porque as placas tectônicas estão se movendo e criando uma fenda que pode, no futuro distante, dividir a porção oriental do continente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muito tempo, cientistas acreditaram que grandes mudanças geológicas ocorriam apenas ao longo de eras extremamente longas. No entanto, o que está acontecendo na África Oriental hoje é uma prova de que as forças tectônicas continuam ativas e capazes de remodelar continentes inteiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A fenda que está crescendo dia após dia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A região que vem sendo monitorada inclui partes do Quênia, Etiópia, Djibuti e Somália. Ali, uma enorme fratura na crosta terrestre segue se alargando, em um processo chamado rifteamento continental. Esse movimento é semelhante ao que, há milhões de anos, fez a separação entre a África e a América do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a fenda continua a se ampliar, o solo se afunda em algumas áreas, criando vales profundos. Com o passar de muito tempo, essas fendas podem se transformar em passagens de água conectadas ao mar, abrindo caminho para a formação de um novo corpo oceânico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como se formam&nbsp;mares e oceanos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação de oceanos começa justamente com esse tipo de divergência de placas tectônicas. Quando uma placa terrestre se separa de outra, o material do manto terrestre pode subir para preencher o espaço, fazendo com que a crosta se estique e sofra afundamentos. Eventualmente, se a separação for significativa e contínua, água dos oceanos pode invadir a fenda e estabelecer um mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a diferença entre continente e oceano pode surgir não por erosão ou mudanças superficiais, mas por movimentos profundos da própria terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um processo que leva milhões de anos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de parecer um evento rápido quando contado em poucas linhas, esse processo geológico ocorre em uma escala de tempo extremamente longa, milhões de anos. Ainda assim, os cientistas afirmam que, ao observar a fenda se abrindo gradualmente, temos uma chance rara de testemunhar um evento em andamento que, no futuro, deixará marcas permanentes no mapa da Terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importância científica do fenômeno</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de movimento não é apenas um curiosidade geológica. Ele oferece pistas importantes sobre o funcionamento interno do planeta, as forças que moldam continentes e a dinâmica das placas tectônicas. Além disso, entender esses processos ajuda a prever riscos naturais associados, tais como terremotos e erupções vulcânicas em áreas de grande instabilidade geológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/africa-esta-se-partindo-o-impressionante-fenomeno-geologico-que-criara-um-novo-oceano-na-terra.html" target="_blank" rel="noopener">O Tempo</a></p>
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		<title>Pesquisadores de Oxford realizam primeiro teletransporte quântico do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:26:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um avanço que sai da teoria e vira experimento real Pesquisadores da Universidade de Oxford alcançaram um marco histórico ao realizar o primeiro teletransporte quântico entre sistemas físicos reais. Em vez de ficar apenas no campo teórico, o experimento mostrou, na prática, que a ciência já consegue transferir informações quânticas entre pontos distintos. Com isso, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um avanço que sai da teoria e vira experimento real</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores da Universidade de Oxford alcançaram um marco histórico ao realizar o primeiro teletransporte quântico entre sistemas físicos reais. Em vez de ficar apenas no campo teórico, o experimento mostrou, na prática, que a ciência já consegue transferir informações quânticas entre pontos distintos. Com isso, a física quântica dá mais um passo rumo a aplicações concretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é, de fato, o teletransporte quântico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente do que aparece em filmes de ficção científica, o teletransporte quântico não move pessoas ou objetos. Na prática, ele transfere o estado quântico de uma partícula para outra, localizada em outro ponto. Esse processo acontece graças ao emaranhamento quântico, fenômeno no qual duas partículas permanecem conectadas mesmo quando estão separadas por grandes distâncias. Assim, qualquer alteração em uma afeta imediatamente a outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O experimento conduzido em Oxford</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No laboratório, os cientistas de Oxford conseguiram transferir informações quânticas entre sistemas físicos separados sem deslocar a partícula original. Dessa forma, eles provaram que o teletransporte pode ocorrer de maneira estável e controlada. Além disso, o experimento superou limitações técnicas que, até então, dificultavam a precisão e a confiabilidade desse tipo de transferência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que essa descoberta importa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse avanço não serve apenas como curiosidade científica. Na prática, ele abre caminho para o desenvolvimento de computadores quânticos mais eficientes, redes de comunicação ultrasseguras e até uma futura internet quântica. Por isso, muitos especialistas veem o teletransporte quântico como uma peça-chave para a próxima geração de tecnologias digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, sistemas baseados em física quântica conseguem detectar qualquer tentativa de interceptação de dados. Com isso, áreas como segurança digital, finanças e defesa acompanham de perto esse tipo de pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que vem a seguir?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do avanço, os pesquisadores sabem que ainda existem desafios. Agora, o foco passa a ser ampliar a escala desses experimentos e manter a estabilidade dos estados quânticos por mais tempo. Ainda assim, o resultado obtido em Oxford já demonstra que o teletransporte quântico deixou de ser apenas um conceito teórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/ciencia/primeiro-teletransporte-com-sucesso" target="_blank" rel="noopener">Metrópoles</a></p>
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		<title>Arábia Saudita encara a realidade: projeto The Line é caro demais e pode virar centro de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:24:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[The Line]]></category>
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					<description><![CDATA[A Arábia Saudita começou a rever um de seus projetos mais ambiciosos dos últimos anos. O plano de construir o projeto The Line, uma megacidade futurista no deserto na&#160;Arábia&#160;Saudita, está sendo reduzido. Isso acontece depois que autoridades reconheceram que o custo do projeto ficou alto demais para seguir como idealizado. The Line fazia parte do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Arábia Saudita começou a rever um de seus projetos mais ambiciosos dos últimos anos. O plano de construir o projeto The Line, uma megacidade futurista no deserto na&nbsp;Arábia&nbsp;Saudita, está sendo reduzido. Isso acontece depois que autoridades reconheceram que o custo do projeto ficou alto demais para seguir como idealizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">The Line fazia parte do megacomplexo NEOM e prometia uma cidade linear de cerca de 170 quilômetros, sem carros, ruas ou emissões de carbono. A proposta previa abrigar milhões de pessoas em uma estrutura espelhada e totalmente conectada por tecnologia. No papel, parecia viável. Na prática, a execução se mostrou muito mais cara e complexa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Custos fora do controle mudam os rumos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios internos e análises recentes indicam que manter o projeto como uma cidade completa exigiria investimentos que ultrapassariam as estimativas iniciais em centenas de bilhões de dólares. Diante desse cenário, o governo saudita decidiu adotar uma postura mais pragmática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de insistir na construção de uma megacidade habitada, a nova ideia é reaproveitar parte da estrutura já iniciada para criar um grande centro de dados. O foco passa a ser infraestrutura digital, inteligência artificial e processamento de dados. Essas áreas são vistas como estratégicas para o futuro da economia do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que um centro de dados faz mais sentido agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A localização de NEOM favorece esse tipo de projeto. A proximidade com o mar permite soluções de resfriamento mais eficientes para data centers. Além disso, facilita a instalação de sistemas de energia em larga escala. Com isso, a Arábia Saudita espera atrair empresas de tecnologia e grandes&nbsp;investidores&nbsp;internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança também reduz riscos financeiros e oferece retorno mais rápido do que a construção de uma cidade do zero em pleno deserto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O impacto na estratégia Vision 2030</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão do projeto representa um ajuste importante dentro da estratégia Vision 2030, liderada pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman. O plano segue com o objetivo de reduzir a dependência do petróleo e diversificar a economia saudita. Agora, conta com metas mais alinhadas à realidade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações de <a href="https://www.fatosdesconhecidos.com.br/arabia-saudita-encara-a-realidade-projeto-the-line-e-caro-demais-e-pode-virar-centro-de-dados/" target="_blank" rel="noopener">Fatos Desconhecidos</a>.</p>
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