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	<title>Notícias &#8211; De olho na Engenharia</title>
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	<description>Últimas novidades e tendências do mundo.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Dec 2025 13:30:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Notícias &#8211; De olho na Engenharia</title>
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		<title>Dubai inaugura o hotel mais alto do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 13:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dubai]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo marco no céu de Dubai Dubai voltou a comprovar sua vocação para superlativos com a inauguração do&#160;Ciel Dubai Marina, agora oficialmente reconhecido como o&#160;hotel mais alto do mundo. A torre, que alcança impressionantes&#160;377 metros&#160;distribuídos em&#160;82 andares, supera o recorde anterior mantido pelo Gevora Hotel e adiciona mais um ícone ao skyline futurista da [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um novo marco no céu de Dubai</strong></p>



<p>Dubai voltou a comprovar sua vocação para superlativos com a inauguração do&nbsp;<strong>Ciel Dubai Marina</strong>, agora oficialmente reconhecido como o&nbsp;<strong>hotel mais alto do mundo</strong>. A torre, que alcança impressionantes&nbsp;<strong>377 metros</strong>&nbsp;distribuídos em&nbsp;<strong>82 andares</strong>, supera o recorde anterior mantido pelo Gevora Hotel e adiciona mais um ícone ao skyline futurista da cidade.</p>



<p>A construção conta com mais de mil quartos e foi projetada para oferecer experiências verticais exuberantes, que combinam luxo, design contemporâneo e vistas amplas para alguns dos pontos mais emblemáticos de Dubai, como o Golfo Pérsico, a marina e o complexo artificial Palm Jumeirah.</p>



<p><strong>Um recorde não planejado</strong></p>



<p>Curiosamente, o título de hotel mais alto do mundo não foi um objetivo inicial do projeto. A equipe responsável pela obra explicou que o lote escolhido, de pouco mais de&nbsp;<strong>3.600 metros quadrados</strong>, tinha dimensões reduzidas, o que limitava qualquer possibilidade de expansão horizontal. Para contornar essa limitação, o projeto foi sendo redesenhado ao longo do desenvolvimento, empurrando a estrutura cada vez mais para cima.</p>



<p>O resultado dessa reconfiguração progressiva foi uma torre que acabou ultrapassando, acidentalmente, todas as concorrentes do setor hoteleiro. A verticalização forçada transformou o Ciel Dubai Marina em uma referência mundial, além de demonstrar como restrições urbanísticas podem gerar soluções criativas e inovadoras na arquitetura contemporânea.</p>



<p><strong>Luxo vertical e experiências panorâmicas</strong></p>



<p>Embora a base do edifício seja compacta, o interior segue o oposto: é projetado para ampliar ao máximo a sensação de verticalidade. Os quartos, com janelas do piso ao teto, oferecem panoramas contínuos da costa e da cidade, transformando cada hospedagem em uma espécie de experiência aérea.</p>



<p>Um dos maiores destaques do hotel é a&nbsp;<strong>piscina de borda infinita instalada no 76º andar</strong>, considerada uma das mais altas do mundo. O ambiente abriga restaurante, bar e lounge panorâmico, compondo um enorme complexo suspenso que promete ser cartão-postal de Dubai. A marca britânica Tattu assina parte da ambientação das áreas elevadas, incluindo o restaurante do 74º andar e o sky lounge posicionado no 81º.</p>



<p>Além dos espaços gastronômicos, o hotel inclui academia aberta 24 horas, spa, áreas sociais verticais e acesso ao Soluna Beach Club, na Palm Jumeirah. O saguão, por sua vez, foi desenhado para contrastar com a imensidão da torre: um ambiente pequeno e curvilíneo, com iluminação suave, fruto direto da limitação original de terreno.</p>



<p><strong>Impacto arquitetônico e urbano</strong></p>



<p>Especialistas apontam que o Ciel Dubai Marina representa mais do que apenas um hotel extremamente alto. Ele se tornou uma espécie de laboratório de arquitetura vertical para terrenos reduzidos, demonstrando como edificações turísticas podem reinventar o uso do espaço urbano em cidades densas e altamente competitivas.</p>



<p>Dubai se consolida, assim, não apenas como destino de luxo, mas como vitrine global para soluções arquitetônicas experimentais e megaprojetos ousados. A inauguração do Ciel reafirma o protagonismo da cidade nos rankings internacionais de engenharia e construção, mantendo sua reputação de ser o lugar onde recordes são quebrados com naturalidade.</p>



<p><strong>O futuro da hotelaria superalta</strong></p>



<p>Com o surgimento de arranha-céus projetados especificamente para hospedagem, o turismo de luxo passa por uma nova fase marcada pela busca por experiências exclusivas em alturas extremas. A inauguração do Ciel Dubai Marina acelera essa tendência e deve influenciar novos projetos em países do Oriente Médio e da Ásia, regiões que vêm investindo fortemente em edificações que unam entretenimento, hospitalidade e arquitetura de impacto.</p>



<p>À medida que a hotelaria abraça a verticalização extrema, estruturas como o Ciel tornam-se símbolos de modernidade e de ambições urbanas cada vez mais elevadas — literalmente. E se depender de Dubai, esse recorde pode não durar muito: a cidade continua planejando novos empreendimentos que prometem desafiar novamente o limite do possível.</p>



<p>Com informações de <a href="https://www.fatosdesconhecidos.com.br/dubai-inaugura-o-hotel-mais-alto-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Fatos Desconhecidos</a>.</p>
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		<title>China inaugura ponte mais alta que duas Torres Eiffel empilhadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 17:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[De olho na engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>
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					<description><![CDATA[Estrutura vai permitir que trajeto de duas horas caia para apenas dois minutos A&#160;China&#160;se prepara para inaugurar, neste mês, a&#160;ponte mais alta do mundo, um novo recorde que reforça sua estratégia de grandes obras de infraestrutura. A&#160;Ponte do Grande Cânion de Huajiang, localizada na província de&#160;Guizhou, no sudoeste do país, ficará a&#160;625 metros&#160;de altura — [&#8230;]]]></description>
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<p>Estrutura vai permitir que trajeto de duas horas caia para apenas dois minutos</p>



<p>A&nbsp;<strong>China</strong>&nbsp;se prepara para inaugurar, neste mês, a&nbsp;<strong>ponte mais alta do mundo</strong>, um novo recorde que reforça sua estratégia de grandes obras de infraestrutura. A&nbsp;<strong>Ponte do Grande Cânion de Huajiang</strong>, localizada na província de&nbsp;<strong>Guizhou</strong>, no sudoeste do país, ficará a&nbsp;<strong>625 metros</strong>&nbsp;de altura — espaço suficiente para acomodar quase&nbsp;<strong>duas&nbsp;Torres Eiffel&nbsp;uma sobre a outra</strong>.</p>



<p>Segundo a mídia estatal chinesa, a estrutura mede&nbsp;<strong>2,89 quilômetros</strong>&nbsp;de comprimento, praticamente a extensão do&nbsp;<strong>National Mall</strong>, em Washington (EUA), e atravessa um desfiladeiro conhecido localmente como “<strong>fenda da&nbsp;Terra</strong>”.</p>



<p>Construída desde&nbsp;<strong>2022</strong>, a ponte passou por um teste de carga de&nbsp;<strong>cinco dias</strong>&nbsp;no fim de&nbsp;<strong>agosto</strong>&nbsp;e deverá ser aberta ao tráfego ainda em&nbsp;<strong>setembro</strong>. A nova ligação&nbsp;<strong>reduzirá drasticamente</strong>&nbsp;o tempo de viagem entre os condados de&nbsp;<strong>Guanling e Zhenfeng</strong>, que somam cerca de&nbsp;<strong>600 mil</strong>&nbsp;habitantes: de&nbsp;<strong>duas horas</strong>&nbsp;para apenas&nbsp;<strong>dois minutos</strong>.</p>



<p><strong>Orgulho nacional e vitrine de engenharia</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O projeto tem sido celebrado pela imprensa estatal como um “<strong>novo milagre da China</strong>” que demonstra a “<strong>velocidade e sabedoria de Guizhou</strong>”;</li>



<li>O <em>People’s Daily</em>, jornal porta-voz do Partido Comunista, afirmou que a obra marca uma <strong>nova etapa no desenvolvimento</strong> da infraestrutura do país;</li>



<li>Para Dan Wang, pesquisador da Hoover Institution da Universidade de Stanford e autor de <em>Breakneck: China’s Quest to Engineer the Future</em>, o investimento em obras gigantescas tem caráter <strong>tanto econômico quanto político</strong>: “O Partido Comunista acredita em construir projetos enormes para <strong>impulsionar a economia</strong> e <strong>reforçar o prestígio político</strong>”, disse ao <a href="https://www.washingtonpost.com/world/2025/09/15/china-tallest-bridge-huajiang-grand-canyon/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>The Washington Post</em></strong></a>;</li>



<li>Li Mingshui, professor de engenharia civil na Southwest Jiaotong University, destacou a <strong>importância estratégica</strong> da iniciativa: “Diferente dos EUA, que já têm um sistema rodoviário altamente desenvolvido, muitas regiões no oeste da China ainda são <strong>mal conectadas</strong>. O que estamos fazendo é <strong>preencher essas lacunas</strong> e <strong>trabalhar</strong> nos pontos mais frágeis”.</li>
</ul>



<p><strong>Turismo e inovação estrutural na China</strong></p>



<p>Além de melhorar a&nbsp;<strong>mobilidade</strong>, a ponte deve atrair&nbsp;<strong>turistas</strong>. Um elevador panorâmico de&nbsp;<strong>213 metros</strong>&nbsp;levará visitantes a uma&nbsp;<strong>torre de observação</strong>&nbsp;e uma&nbsp;<strong>passarela de vidro</strong>&nbsp;com&nbsp;<strong>800 metros</strong>&nbsp;de extensão permitirá caminhar pela estrutura. Para enfrentar&nbsp;<strong>desafios</strong>, como ventos fortes e encostas íngremes, os engenheiros utilizaram um design de arco mais leve, reduzindo em&nbsp;<strong>30%</strong>&nbsp;o peso total da construção.</p>



<p>O engenheiro-chefe do projeto, Liu Hao, relatou seu orgulho em participar do empreendimento: “Numerosos construtores de pontes como eu tiveram a sorte de acompanhar a era dourada da infraestrutura de tráfego da China. Quando a ponte de Huajiang for inaugurada, certamente trarei minha filha para vê-la e direi com orgulho que ‘<strong>este é mais um megaprojeto que seu pai e muitas outras pessoas realizaram juntos</strong>’.”</p>



<p>A China já detinha recordes semelhantes: a ponte mais alta do mundo até então era a&nbsp;<strong>Beipanjiang</strong>, com&nbsp;<strong>565 metros</strong>, concluída em&nbsp;<strong>2016</strong>, também em Guizhou. O país também abriga&nbsp;<strong>a maior ponte sobre o mar aberto</strong>, a&nbsp;<strong>Hangzhou Bay</strong>, com&nbsp;<strong>35,4 quilômetros</strong>.</p>



<p>O ritmo acelerado de obras, no entanto, tem seu lado negativo. Em&nbsp;<strong>agosto</strong>, ao menos&nbsp;<strong>12</strong>&nbsp;trabalhadores morreram após o&nbsp;<strong>colapso</strong>&nbsp;de uma ponte em construção na província de&nbsp;<strong>Qinghai</strong>, no noroeste do país.</p>



<p><strong>Parâmetro de investimento</strong></p>



<p>Guizhou, uma das províncias mais pobres e montanhosas da China, tornou-se&nbsp;<strong>símbolo</strong>&nbsp;dessa política de megainvestimentos. Apesar de seu isolamento, já conta com&nbsp;<strong>11 aeroportos</strong>, diversas&nbsp;<strong>pontes de grande porte</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>novas rodovias</strong>. O governo central promove a região como parte de sua estratégia de “<strong>retaguarda estratégica</strong>”.</p>



<p>Consultorias, como a McKinsey, destacam que o crescimento chinês das últimas décadas foi fortemente impulsionado pela&nbsp;<strong>infraestrutura</strong>, financiada em grande parte por&nbsp;<strong>governos locais</strong>, o que&nbsp;<strong>elevou</strong>&nbsp;os níveis de endividamento.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="660" height="372" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/ponte-mais-alta-do-mundo.webp" alt="" class="wp-image-5086" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/ponte-mais-alta-do-mundo.webp 660w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/ponte-mais-alta-do-mundo-640x361.webp 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/ponte-mais-alta-do-mundo-425x240.webp 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/ponte-mais-alta-do-mundo-320x180.webp 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/ponte-mais-alta-do-mundo-240x135.webp 240w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Ponte mais alta do mundo, Huajiang Canyon Bridge, localizada na China. (Foto: Wikimedia Commons )</em></figcaption></figure>
</div>


<p>O presidente da China,&nbsp;<strong>Xi Jinping</strong>, tem defendido um “<strong>impulso abrangente</strong>” para obras de infraestrutura como forma de&nbsp;<strong>reaquecer</strong>&nbsp;a economia no pós-pandemia. No mês passado, o premiê&nbsp;<strong>Li Qiang</strong>&nbsp;reforçou a necessidade de usar os megaprojetos para estimular investimentos e consumo interno.</p>



<p>Para o professor Li Mingshui, os benefícios superam os custos. “Esses megaprojetos não são&nbsp;<strong>pontes para lugar nenhum</strong>, mas, sim,&nbsp;<strong>investimentos de longo prazo</strong>&nbsp;que trarão retornos econômicos.” Já Dan Wang vê outra motivação: “Em vez de distribuir recursos para que as pessoas gastem como quiserem, os oficiais em Pequim estão muito mais interessados em&nbsp;<strong>controlar recursos para erguer projetos monumentais</strong>.”</p>



<p>Com a inauguração da ponte de Huajiang, a China reafirma sua&nbsp;<strong>vocação</strong>&nbsp;para obras de escala inédita, ao mesmo tempo em que reacende o debate sobre os&nbsp;<strong>impactos econômicos, sociais e políticos</strong>&nbsp;dessa estratégia.</p>
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		<title>Como o concreto Maia é tão durável?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 17:51:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Civilização Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Concreto]]></category>
		<category><![CDATA[De olho na engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
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					<description><![CDATA[Civilização americana antes da colonização espanhola, os maias levantaram construções que duram até hoje e viraram pontos turístico As construções da&#160;civilização maia&#160;se tornaram pontos históricos e turísticos, e até hoje muitos se perguntam como elas foram feitas para durarem tanto. Pesquisadores encontraram o&#160;segredo&#160;e ele é mais natural do que se pensava: extratos de casca de [&#8230;]]]></description>
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<p>Civilização americana antes da colonização espanhola, os maias levantaram construções que duram até hoje e viraram pontos turístico</p>



<p>As construções da&nbsp;<strong>civilização maia</strong>&nbsp;se tornaram pontos históricos e turísticos, e até hoje muitos se perguntam como elas foram feitas para durarem tanto. Pesquisadores encontraram o&nbsp;<strong>segredo</strong>&nbsp;e ele é mais natural do que se pensava: extratos de casca de árvores.</p>



<p><strong>Segredo das construções maias</strong></p>



<p>Um estudo publicado na revista científica&nbsp;<em>Science Advances</em>&nbsp;desvendou o segredo do gesso de cal usado pela civilização maia nas construções.</p>



<p>Para tornar a fortificação mais duradoura e resistente, o povo adicionava extratos de casca de árvore ao material.</p>



<p><strong>Descoberta</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="800" height="450" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/concreto-maia-1.jpg" alt="" class="wp-image-5082" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/concreto-maia-1.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/concreto-maia-1-768x432.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/concreto-maia-1-640x360.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/concreto-maia-1-425x239.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/concreto-maia-1-320x180.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/11/concreto-maia-1-240x135.jpg 240w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pesquisadores foram a Copán, nas Honduras, que na época dos maias era um centro importante (Imagem: Diego Grandi/Shutterstock.com)</em></figcaption></figure>
</div>


<ul class="wp-block-list">
<li>Para realizar a descoberta, os pesquisadores trabalharam com pedreiros descendentes de maias em Copán, em Honduras, um dos importantes centros da civilização.</li>



<li>Rebocos e cimento são materiais usados desde antigamente, mas cada povo adiciona outros ingredientes de acordo com as necessidades de suas construções. Os segredos de cada época não são intocáveis e costumar se perder conforme a passagem do tempo e das gerações.</li>



<li>Na abordagem, a equipe adicionou seiva de casca das árvores locais Chukum e Jiote ao cal misturado com água, elemento básico do gesso.</li>



<li>O resultado final foi comparado ao material das construções e os pesquisadores constataram as semelhanças.</li>



<li>Dentre as propriedades, o gesso dos maias (e dos pedreiros locais, que o imitavam) tem maior durabilidade, plasticidade e resistência à água.</li>
</ul>



<p><strong>Importância da descoberta dos maia</strong></p>



<p>Materiais como o cal e concreto são amplamente utilizados desde civilizações antigas, mas cada uma realiza etapas diferentes. Os maias perceberam que adicionar material orgânico à massa tornaria as construções mais resistentes.</p>



<p>Segundo os pesquisadores, isso ajuda na área da construção no presente.</p>



<p>Nosso estudo ajuda a explicar a melhoria no desempenho de argamassas e rebocos de cal com aditivos orgânicos naturais desenvolvidos não apenas por antigos maçons maias, mas também por outras civilizações antigas (por exemplo, argamassas de cal de arroz pegajoso chinesas antigas).</p>



<p>Assim, a indústria atual pode se beneficiar de conhecimentos milenares.</p>



<p>Com informações de&nbsp;<a href="https://www.iflscience.com/ancient-mayas-secret-to-making-plaster-stronger-revealed-68542" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>IFL Science</em></strong></a>e&nbsp;<a href="http://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.adf6138" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Science Advances</em></strong></a></p>
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