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	<title>Energia &#8211; De olho na Engenharia</title>
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	<description>Últimas novidades e tendências do mundo.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Apr 2026 13:45:51 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Energia &#8211; De olho na Engenharia</title>
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		<title>Buscas por energia solar crescem 52% entre brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
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					<description><![CDATA[Altas temperaturas e aumento do consumo elétrico levam brasileiros a buscar alternativas para reduzir gastos domésticos com eletricidade A conta de luz mais alta tem levado brasileiros a procurar soluções capazes de reduzir despesas fixas dentro de casa. Nos últimos meses, o interesse por&#160;energia solar&#160;cresceu de forma significativa, refletindo uma mudança no comportamento do consumidor [&#8230;]]]></description>
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<p>Altas temperaturas e aumento do consumo elétrico levam brasileiros a buscar alternativas para reduzir gastos domésticos com eletricidade</p>



<p>A conta de luz mais alta tem levado brasileiros a procurar soluções capazes de reduzir despesas fixas dentro de casa. Nos últimos meses, o interesse por&nbsp;energia solar&nbsp;cresceu de forma significativa, refletindo uma mudança no comportamento do consumidor diante do aumento do consumo de eletricidade e das tarifas.</p>



<p>Um levantamento realizado pela&nbsp;Bulbe, fornecedora de energia solar por assinatura, indica um aumento nas buscas por termos acerca dessa tecnologia no país. Segundo o estudo, o termo “energia solar valor” registrou aumento de 52,6% nas pesquisas feitas no Google Brasil, enquanto “energia solar preço” teve crescimento de 46,2%.</p>



<p><strong>Calor e conta de luz&nbsp;</strong></p>



<p>O verão brasileiro costuma provocar aumento no consumo energético das famílias. O uso contínuo de aparelhos de refrigeração, somado ao tempo maior de permanência dentro de casa em dias muito quentes, contribui para elevar o valor da fatura mensal.</p>



<p>Segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), os dias mais longos e as altas temperaturas do verão fazem o consumo de energia elétrica disparar. O uso intenso de ar-condicionado, ventiladores, geladeiras e chuveiros elétricos pode elevar em mais de 8% a conta de luz. Isso ocorre porque os equipamentos de refrigeração estão entre os que mais consomem energia dentro de casa.</p>



<p>Além disso, a falta de manutenção de alguns aparelhos também pode aumentar o gasto energético. Segundo especialistas, um ar-condicionado sem limpeza adequada pode consumir mais energia do que o necessário para manter o ambiente refrigerado, elevando ainda mais o custo mensal.</p>



<p><strong>Esse cenário ajuda a explicar o aumento da busca por alternativas para reduzir ou controlar melhor os gastos com eletricidade.</strong></p>



<p><strong>Energia solar ganha espaço&nbsp;</strong></p>



<p>O crescimento das pesquisas sobre energia solar acompanha a expansão do próprio setor no Brasil. Nos últimos anos, o país registrou aumento significativo na instalação de sistemas fotovoltaicos em residências, empresas e propriedades rurais.</p>



<p>Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), mostram que a geração de energia solar bateu recordes recentes de instalação no país, consolidando-se como uma das fontes renováveis que mais crescem no Brasil.</p>



<p><strong>Esse avanço ocorre por diversos fatores, como:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>maior acesso a informações sobre geração solar;</li>



<li>busca por redução de custos de longo prazo;</li>



<li>preocupação com previsibilidade das despesas domésticas;</li>



<li>expansão de modelos alternativos, como a energia solar por assinatura.</li>
</ul>



<p><strong>Nesse contexto, a energia solar passou a ser considerada não apenas uma solução ambientalmente sustentável, mas também uma estratégia financeira para lidar com uma conta de luz muito alta.&nbsp;</strong>Um dos principais motivos para o crescimento do interesse por sistemas solares é o impacto direto que a geração fotovoltaica pode ter no valor final da conta de energia.</p>



<p>Quando a energia é produzida a partir de painéis solares ou de sistemas compartilhados de geração, a eletricidade gerada pode compensar parte do consumo registrado pela distribuidora. Isso ocorre por meio de um mecanismo conhecido como compensação de créditos de energia.</p>



<p>Na prática, o funcionamento costuma ocorrer da seguinte forma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a energia é gerada a partir da luz solar;</li>



<li>essa geração é convertida em créditos energéticos;</li>



<li>os créditos são utilizados para reduzir o consumo cobrado pela concessionária.</li>
</ul>



<p>Assim, parte da energia utilizada na residência deixa de ser cobrada integralmente, o que pode diminuir o valor final da fatura mensal. Ainda, segundo a Absolar, a adoção de soluções de energia solar costuma ser buscada principalmente por consumidores que desejam maior previsibilidade no orçamento doméstico e redução de despesas fixas ao longo do tempo.</p>



<p>O aumento do interesse por energia solar também reflete mudanças no comportamento do consumidor brasileiro. Em vez de apenas reagir a contas de energia mais caras, muitos usuários passaram a buscar alternativas estruturais para reduzir o impacto dessas despesas.</p>



<p>Nesse cenário, modelos como a&nbsp;geração distribuída&nbsp;e a energia solar por assinatura vêm sendo analisados por consumidores que desejam reduzir a dependência do sistema tradicional de fornecimento elétrico.</p>



<p>Logo, a combinação entre temperaturas elevadas, aumento do consumo doméstico e preocupação com uma conta de luz muito alta pode manter a energia solar como uma das alternativas de consumo para os brasileiros.</p>



<p>Esse movimento indica que a energia solar vem sendo considerada não apenas como fonte renovável, mas também como alternativa para reduzir despesas e melhorar o planejamento financeiro das famílias.</p>



<p>Fonte: <a href="https://ciclovivo.com.br/planeta/energia/buscas-por-energia-solar-crescem-52-entre-brasileiros/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a></p>
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		<item>
		<title>Ar condicionado de tubos de argila tem custo zero de energia</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/ar-condicionado-de-tubos-de-argila-tem-custo-zero-de-energia.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 21:26:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Ar-condicionado]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma solução escalável de baixa tecnologia para o resfriamento natural Um estúdio indiano de arquitetura, com sede em Nova Délhi, teve uma ideia incrível: usar cones de&#160;argila&#160;para criar um sistema de ar condicionado eficiente, barato e praticamente sem gasto de energia. O projeto é do&#160;Ant Studio&#160;que desenvolveu o aparelho exclusivamente para solucionar o calor que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma solução escalável de baixa tecnologia para o resfriamento natural</p>



<p>Um estúdio indiano de arquitetura, com sede em Nova Délhi, teve uma ideia incrível: usar cones de&nbsp;<a href="https://ciclovivo.com.br/arq-urb/arquitetura/instituto-de-tecnologia-burkina-argila-local/" target="_blank" rel="noopener">argila</a>&nbsp;para criar um sistema de ar condicionado eficiente, barato e praticamente sem gasto de energia.</p>



<p>O projeto é do&nbsp;<a href="http://www.ant-studio.org/" target="_blank" rel="noopener">Ant Studio</a>&nbsp;que desenvolveu o aparelho exclusivamente para solucionar o calor que saia do gerador de uma fábrica em Délhi. O excesso de calor que era liberado na entrada da área externa da fábrica reduziu a produtividade dos trabalhadores ao mínimo. Ele aquecia toda a calçada e exterior do prédio, aumentando ainda mais a carga de ar condicionado do edifício.</p>



<p>Foi necessário implementar uma alternativa sustentável e barata e a equipe da Ant Studio decidiu usar um antigo método egípcio de resfriamento evaporativo para fornecer uma solução de baixo custo e efetiva. Este método utiliza um princípio da termodinâmica, quando o ar passa de um orifício maior para um menor, ele perde calor.</p>



<p>Para entender este método é só fazer um teste: coloque a mão na frente da sua boca e solte o ar com a boca aberta. Você vai sentir um calor. Agora faça a mesma coisa, porém assoprando, com os lábios quase fechados. Você vai sentir um ar fresco.</p>



<p>Vale lembrar que este sistema só é efetivo quando está aliado a mecanismos de ventilação e ao ar quente. O ar quente, que é empurrado para dentro dos cones, sai mais fresco após passar por eles. A água evaporando e a cerâmica auxiliam no resfriamento. Neste caso, os arquitetos instalaram o equipamento na saída de ar do gerador de energia.</p>



<p>O design foi inspirado em uma colmeia, usando cones de cerâmica. A forma e o tamanho dos componentes cônicos foram personalizados por meio de análises computacionais. A geometria dos potes e a forma empilhada proporcionaram uma área de superfície maior para o resfriamento, assegurando que o ar não volte a entrar no gerador.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1020" height="610" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1.webp" alt="" class="wp-image-5315" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1.webp 1020w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1-960x574.webp 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1-800x478.webp 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1-768x459.webp 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1-640x383.webp 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1-425x254.webp 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1-320x191.webp 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2026/04/ar-condicionado-1-240x144.webp 240w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Ant Studio</figcaption></figure>
</div>


<p>Após a instalação, observou-se que o ar quente que passou por ela estava acima de 50oC. A água, que é reciclada da fábrica, circula em temperatura ambiente pelos cilindros com a ajuda de uma bomba, mas o processo também pode ser feito manualmente. Durante os testes, após atingir o efeito de resfriamento, a temperatura em torno do equipamento caiu para 36oC, enquanto a temperatura externa permaneceu em 42oC. Foi possível constatar ainda que a temperatura cai de 6 a 8 graus em torno da instalação quando a temperatura atmosférica está acima de 40 graus.</p>



<p>Esta solução de baixa energia e custo-benefício é fácil de construir e fornece resfriamento em ambientes externos, especialmente em instalações industriais ao ar livre em clima quente e seco. Ainda estão sendo feitos testes para saber se esta instalação pode ser usada internamente e como ela poderia ser adaptada ao ambiente interno.</p>



<p>Com informações de <a href="https://ciclovivo.com.br/inovacao/tecnologia/ar-condicionado-de-tubos-de-argila-tem-custo-zero-de-energia/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo vivo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Biomassa da madeira: o que é e como ela gera energia?</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/biomassa-da-madeira-o-que-e-e-como-ela-gera-energia.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 20:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[A biomassa da madeira utiliza desde as folhas até as raízes das árvores para gerar energia elétrica de forma renovável Em meio a crise&#160;climática&#160;e uma busca por transição energética, cada vez mais, entram em foco formas alternativa de produzir energia. Uma das possibilidades que existem como fonte de&#160;energia renovável&#160;é a biomassa de madeira. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A biomassa da madeira utiliza desde as folhas até as raízes das árvores para gerar energia elétrica de forma renovável</p>



<p>Em meio a crise&nbsp;<strong>climática</strong>&nbsp;e uma busca por transição energética, cada vez mais, entram em foco formas alternativa de produzir energia. Uma das possibilidades que existem como fonte de&nbsp;<strong>energia renovável</strong>&nbsp;é a biomassa de madeira.</p>



<p>De acordo com o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/biomassa-residuos-que-sao-transformados-em-energia" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ministério de Minas e Energia</strong></a>, a biomassa representa cerca de 8,55% a matriz energética brasileira. O país conta com 630 usinas que utilizam biomassa.</p>



<p>A energia gerada a partir da biomassa também resulta na emissão de gases do&nbsp;<strong>efeito estufa</strong>, mas em níveis menores do que a queima de&nbsp;<strong>combustíveis fósseis</strong>.</p>



<p><strong>O que é biomassa da madeira?</strong></p>



<p>A biomassa inclui resíduos florestais, agropecuários, urbanos e industriais que podem ser transformados em energia elétrica. Quando se trata da biomassa da madeira, está incluído todo o material da árvore, como troncos, ramos, folhas, casca e raiz.</p>



<p>Entre as fontes mais comuns da biomassa da madeira, estão: remoção de árvores mortas, manejo e restauração de&nbsp;<strong>florestas</strong>, resíduos de manufatura de madeira como casca e serragem, restos de madeiras provenientes de materiais de embalagem descartados. Também há plantações de árvores destinadas a se tornarem biomassa.</p>



<p><strong>Como gerar energia com essa fonte energética?</strong></p>



<p>Segundo a Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos (EIA), a biomassa pode ser convertida em energia por diferentes métodos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Combustão direta (queima) para produzir calor;</li>



<li>Conversão termoquímica para produzir combustíveis sólidos, gasosos e líquidos;</li>



<li>Conversão química para produzir combustíveis líquidos;</li>



<li>Conversão biológica para produzir combustíveis líquidos e gasosos.</li>
</ul>



<p>Um artigo da&nbsp;<a href="https://ucanr.edu/sites/Mendocino/files/322611.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Universidade de Berkeley da Califórnia</strong></a>&nbsp;diz que a maioria das instalações de biomassa, seja da madeira ou outros materiais, para geração de eletricidade utiliza um sistema que se baseia na queima da biomassa em uma caldeira que resulta em vapor.</p>



<p>Esse vapor passa por um gerador de turbina para produzir&nbsp;<strong>eletricidade</strong>. Além disso, existe um sistema de limpeza que reduz o nível de emissão de gases.</p>



<p>Com informações de <a href="https://olhardigital.com.br/2024/09/20/ciencia-e-espaco/biomassa-da-madeira-o-que-e-e-como-ela-gera-energia/" target="_blank" rel="noopener">Olhar Digital</a>.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Biodiesel de babaçu polui menos que o de soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 21:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Babaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Biodisel de babaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Bioenergia]]></category>
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					<description><![CDATA[Comunidades do Norte e Nordeste podem produzir seu próprio biodiesel de babaçu, gerando renda e reduzindo a poluição O biodiesel produzido a partir de babaçu, uma espécie de&#160;palmeira&#160;comum no Norte e Nordeste do Brasil, emite menos poluentes que o de soja e apresenta desempenho comparável em motores geradores. O achado é resultado de um estudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comunidades do Norte e Nordeste podem produzir seu próprio biodiesel de babaçu, gerando renda e reduzindo a poluição</p>



<p>O biodiesel produzido a partir de babaçu, uma espécie de&nbsp;palmeira&nbsp;comum no Norte e Nordeste do Brasil, emite menos poluentes que o de soja e apresenta desempenho comparável em motores geradores. O achado é resultado de um estudo de pesquisadores da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que compararam pela primeira vez de forma abrangente os dois combustíveis em condições reais de operação. O trabalho, assinado por Benhurt Gongora, Reinaldo Bariccatti, Samuel de Souza, Doglas Bassegio e Rodrigo Sequine, será publicado na revista Engenharia Agrícola.</p>



<p>A pesquisa testou o babaçu como alternativa à soja, que atualmente domina 70% da produção nacional de biodiesel. Os pesquisadores realizaram testes comparativos usando um motor gerador a diesel comum, do tipo utilizado para produzir eletricidade em pequenas propriedades rurais, sem fazer qualquer modificação no equipamento. Primeiro, a equipe produziu biodiesel puro de babaçu por meio de uma reação química com álcool e soda cáustica. Em seguida, misturou esse biodiesel com diesel comum em diferentes proporções.&nbsp;O mesmo procedimento foi aplicado ao biodiesel de soja.</p>



<p>Durante os testes, o gerador foi conectado a resistores e submetido a diferentes níveis de carga, variando de leve (500 W) a pesado (2.500 W), simulando condições reais de uso. Enquanto o motor funcionava com cada tipo de combustível, a equipe mediu duas variáveis essenciais: o consumo de combustível para gerar a mesma quantidade de energia (eficiência energética) e a emissão de poluentes, especialmente óxidos de nitrogênio (NOx) e monóxido de carbono (CO).</p>



<p>Os resultados têm implicações diretas para comunidades tradicionais e remotas do Norte e Nordeste brasileiro. O babaçu é uma palmeira amplamente distribuída nessas regiões, onde as populações locais já realizam o extrativismo das sementes. A utilização do babaçu como matéria-prima para biodiesel pode oferecer a essas comunidades acesso a uma fonte de energia renovável e localmente disponível, sem necessidade de transporte de combustível de outras regiões. Segundo Benhurt Gongora, um dos autores do estudo, os moradores dessas áreas já fazem a extração do babaçu para a alimentação e, com as sementes não usadas para consumo, eles poderiam produzir o biocombustível. “Não precisa usar nenhum equipamento de difícil operação, apenas alguns aparelhos com agitação e aquecimento com vidraria de laboratório”, diz.</p>



<p>Além do benefício energético, a produção pode gerar renda adicional para famílias que já trabalham com o extrativismo da palmeira. Do ponto de vista ambiental, a substituição parcial do biodiesel de soja pelo de babaçu pode reduzir a pressão sobre áreas agrícolas e diminuir as emissões de poluentes atmosféricos. Para o setor energético, os resultados apontam para a possibilidade de diversificação da matriz de biocombustíveis no Brasil, reduzindo a dependência da soja e do diesel importado. O babaçu apresenta ainda uma vantagem natural: suas sementes contêm até 66% de óleo, contra apenas 18% da soja, tornando-o mais eficiente em termos de óleo produzido por hectare.</p>



<p>Até este estudo, nenhuma pesquisa havia avaliado de forma abrangente o desempenho do biodiesel de babaçu comparado ao de soja em motores geradores. Os achados indicam que o biodiesel de babaçu é menos poluente do que o biodiesel feito de blends, feito a partir de uma mistura de diferentes óleos, e também menos do que o de soja. Isso reforça uma correlação encontrada em outros estudos da área: combustíveis com mais ácidos graxos saturados, como o de babaçu, tendem a produzir menos poluentes do que combustíveis insaturados como o de soja. Gongora também destaca que o babaçu oxida menos e pode ser armazenado por mais tempo.</p>



<p>Mesmo com os resultados positivos para o biodiesel de babaçu, os pesquisadores apontam que a próxima etapa fundamental da pesquisa é investigar a durabilidade do motor. Eles precisam entender o que acontece com as peças do motor ao longo do tempo e o uso contínuo desse biocombustível, ou seja, estudar os seus mecanismos de desgaste. Além disso, para confirmar a ampla viabilidade do combustível, eles planejam realizar testes adicionais com diferentes tipos de motores e sob outras condições operacionais.</p>



<p><strong>Para acessar o material completo, clique&nbsp;</strong><a href="https://dx.doi.org/10.1590/1809-4430-Eng.Agric.v45e20230166/2025" target="_blank" rel="noopener"><strong>AQUI</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>Com informações de <a href="https://ciclovivo.com.br/planeta/energia/biodiesel-de-babacu-polui-menos-que-o-de-soja/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Alienígenas provavelmente existem, mas não espere uma visita</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/alienigenas-provavelmente-existem-mas-nao-espere-uma-visita.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 22:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
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					<description><![CDATA[Estamos sozinhos no universo? Alienígenas existem? para o céu à noite é encarar uma pergunta que atravessa gerações:&#160;somos mesmo os únicos por aqui?&#160;Com bilhões de galáxias e centenas de bilhões de estrelas só na Via Láctea, a resposta mais provável é não. A Terra, afinal, é apenas um pontinho num mar cósmico imenso. Os números [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Estamos sozinhos no universo?</strong></p>



<p>Alienígenas existem? para o céu à noite é encarar uma pergunta que atravessa gerações:&nbsp;<strong>somos mesmo os únicos por aqui?</strong>&nbsp;Com bilhões de galáxias e centenas de bilhões de estrelas só na Via Láctea, a resposta mais provável é não. A Terra, afinal, é apenas um pontinho num mar cósmico imenso.</p>



<p><strong>Os números não mentem</strong></p>



<p>Para a cientista espacial Maggie Aderin-Pocock, a questão é quase matemática: “é uma questão de probabilidade”. Hoje já sabemos da existência de centenas de&nbsp;<strong>exoplanetas,</strong>&nbsp;mundos que orbitam outras estrelas e que podem ter condições parecidas com a Terra.</p>



<p>O professor Tim O’Brien, da Universidade de Manchester, acredita que em até uma década poderemos identificar sinais de vida em um desses planetas. Não é chute: a tecnologia atual permite analisar a&nbsp;<strong>composição química</strong>&nbsp;das atmosferas desses mundos por meio da luz estelar, o famoso processo de espectroscopia.</p>



<p><strong>Vida onde não se imaginava</strong></p>



<p>Mais pistas vêm do próprio planeta azul. Aqui na Terra, já encontramos organismos vivos em lugares que antes eram considerados impossíveis para a vida: nas fossas oceânicas, em ambientes sem luz, calor ou oxigênio. Isso abre espaço para imaginar vida até em&nbsp;<strong>luas geladas</strong>&nbsp;de Júpiter ou Saturno, por exemplo.</p>



<p>Mas calma: isso não significa que vamos achar homenzinhos verdes. A maior parte da vida, se existir, provavelmente será microscópica, como as bactérias que dominaram a Terra por bilhões de anos.</p>



<p><strong>Contato imediato? Difícil</strong></p>



<p>Se a vida inteligente existe, por que nunca fez contato? A resposta pode estar na física (distâncias enormes), no tempo (as civilizações podem desaparecer rápido) ou até na comunicação (e se eles não usarem ondas de rádio como nós?).</p>



<p>Desde os anos 1960, usamos radiotelescópios para procurar sinais, mas o silêncio continua. Projetos como o&nbsp;<strong>Breakthrough Listen</strong>, da Universidade da Califórnia, tentam ouvir estrelas próximas, mas qualquer resposta pode levar&nbsp;<strong>milhares de anos</strong>&nbsp;para chegar.</p>



<p><strong>O limite da tecnologia</strong></p>



<p>Enviar mensagens até vai, mas&nbsp;<strong>viajar fisicamente entre estrelas</strong>&nbsp;é outro papo. Hoje não temos tecnologia para mandar sequer sondas a sistemas distantes, muito menos naves tripuladas. E se a gente não consegue, talvez os “vizinhos cósmicos” também não consigam, ou simplesmente não queiram.</p>



<p><strong>Um encontro improvável</strong></p>



<p>A Terra abriga vida há 3,5 bilhões de anos, mas os humanos modernos existem há só 300 mil. A janela de tempo para duas civilizações se cruzarem é apertadíssima. Talvez eles já tenham passado por aqui há milhões de anos. Talvez cheguem depois que não estivermos mais. Talvez nunca nos encontremos.</p>



<p>Por enquanto, a solidão cósmica continua, acompanhada da curiosidade que não deixa a gente parar de olhar para o céu.</p>
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		<title>Cascas de açaí e castanha viram energia renovável na UFLA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 16:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo aponta os benefícios energéticos dos resíduos agroindustriais da Amazônia e seu potencial para substituir os combustíveis fósseis Um novo estudo da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais, apresenta uma solução sustentável e inovadora: transformar resíduos agroindustriais da Amazônia em carvão vegetal, uma fonte de energia renovável. A pesquisa concentra-se na&#160;casca da castanha-do-pará [&#8230;]]]></description>
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<p>Estudo aponta os benefícios energéticos dos resíduos agroindustriais da Amazônia e seu potencial para substituir os combustíveis fósseis</p>



<p>Um novo estudo da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais, apresenta uma solução sustentável e inovadora: transformar resíduos agroindustriais da Amazônia em carvão vegetal, uma fonte de energia renovável. A pesquisa concentra-se na&nbsp;<strong>casca da castanha-do-pará e nos restos do açaí</strong>, materiais amplamente descartados, mas que possuem alto potencial energético.</p>



<p>O Brasil é o maior produtor mundial de açaí, com uma produção anual de aproximadamente 1,7 milhão de toneladas, enquanto a castanha-do-pará atinge cerca de 38 mil toneladas. A pesquisa da UFLA propõe uma&nbsp;<strong>alternativa para reduzir o desperdício desses resíduos</strong>, contribuindo para uma bioeconomia sustentável na região amazônica.</p>



<p>Por meio do processo de pirólise – aquecimento controlado realizado sem oxigênio, que resulta em um produto com propriedades energéticas otimizadas – os resíduos são convertidos em biochar. Esse biocombustível sólido promete aumentar a&nbsp;eficiência energética&nbsp;e reduzir os impactos ambientais. A doutoranda Ianca Oliveira Borges, responsável pelo estudo, explica que “os biocombustíveis sólidos são combustíveis de origem vegetal que se encontram em estado sólido à temperatura e pressão ambiente. São uma forma de aproveitar a biomassa e, em geral, são mais sustentáveis do que os combustíveis fósseis, pois são renováveis e emitem menos gases poluentes”.</p>



<p>Os resultados revelaram que o resíduo de açaí possui um poder calorífico superior de 19,77 MJ/kg, enquanto a casca da castanha-do-pará alcança 21,07 MJ/kg. Esses valores indicam um potencial energético elevado, superando muitos biomateriais convencionais. Além disso, o&nbsp;<strong>biochar produzido apresenta maior estabilidade térmica e menor teor de voláteis, tornando-o uma opção eficaz para substituir combustíveis fósseis como petróleo, carvão e óleo diesel.</strong></p>



<p><strong>Biochar e o futuro da Amazônia</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1024" height="694" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1.jpg" alt="" class="wp-image-4846" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1-960x651.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1-800x542.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1-768x521.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1-640x434.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1-425x288.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1-320x217.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-1-240x163.jpg 240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Camila Neves da Silva | CC 4.0</figcaption></figure>
</div>


<p>A pesquisa vai além da produção energética: oferece uma nova forma de&nbsp;<strong>transformar resíduos descartados em recursos renováveis, beneficiando comunidades locais e promovendo o desenvolvimento socioeconômico em regiões vulneráveis.</strong></p>



<p>Além disso, o biochar atua como um “fixador de carbono”, melhorando a qualidade do solo e colaborando para a sustentabilidade ambiental. Segundo Ianca, “uma das principais vantagens do biochar é a sua produção a partir de materiais orgânicos de fontes renováveis, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e contribuindo para um modelo de economia circular”. Além disso, a combustão gera menos emissões de dióxido de carbono comparado aos combustíveis fósseis convencionais, uma vez que “parte do carbono contido no biochar permanece fixado no material, evitando sua liberação para a atmosfera”. Outra característica relevante é seu “alto poder calorífico, tornando-o uma alternativa eficiente para sistemas de aquecimento e geração de energia, sem a necessidade de grandes ajustes tecnológicos”, completa.</p>



<p>Além dos benefícios energéticos, o biochar pode ser incorporado ao solo para aumentar sua fertilidade e capacidade de retenção de água, funcionando como um sumidouro de carbono e auxiliando na mitigação das mudanças climáticas. “Esse uso adicional amplia sua sustentabilidade, tornando-o uma alternativa viável para diversas aplicações ambientais e energéticas. Dessa forma, o biochar não apenas substitui combustíveis fósseis em certas funções, mas também oferece vantagens ecológicas significativas, promovendo um uso mais eficiente dos recursos e reduzindo impactos ambientais negativos”, destaca a pesquisadora.</p>



<p><strong>Alinhamento com os ODS da ONU</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2.jpg" alt="" class="wp-image-4847" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2-960x639.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2-800x533.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2-768x512.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2-640x426.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2-425x283.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2-320x213.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/casca-2-240x160.jpg 240w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Adriano Gambarini | OPAN</figcaption></figure>
</div>


<p>A iniciativa está em sintonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), que visam garantir acesso à energia limpa e acessível, promover o consumo responsável e combater as mudanças climáticas. “A valorização da biomassa amazônica, por meio da produção de biochar, aponta para um caminho promissor na luta contra as&nbsp;mudanças climáticas. Ao transformar resíduos em recursos, a ciência está ajudando a construir um futuro mais sustentável para a Amazônia e para o mundo”, conclui Ianca.</p>



<p>Por&nbsp;<strong>Camila Caetano | UFLA com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig)</strong></p>



<p>Com informações de <a href="https://ciclovivo.com.br/planeta/energia/cascas-acai-castanha-energia-renovavel/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a>.</p>
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		<title>O novo combustível superior ao hidrogênio: um metal líquido produzido economicamente e subterraneamente a partir de metano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 17:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alternativa sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrogênio]]></category>
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					<description><![CDATA[Na atual transição energética global, o hidrogênio verde parecia estar se tornando o protagonista da história. No entanto, surge um competidor inesperado: o combustível turquesa. Esse concorrente é um metal líquido que se forma nas profundezas da terra. Em termos gerais, o hidrogênio é um combustível de baixo impacto ambiental. Quando utiliza células de combustível, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na atual transição energética global, o hidrogênio verde parecia estar se tornando o protagonista da história. No entanto, surge um competidor inesperado: o combustível turquesa.</p>



<p>Esse concorrente é um metal líquido que se forma nas profundezas da terra. Em termos gerais, o hidrogênio é um combustível de baixo impacto ambiental. Quando utiliza células de combustível, sua única emissão é água.</p>



<p>Ele é versátil, com armazenagem, transporte e uso seguro para gerar energia. Sua produção é viabilizada por diversas fontes energéticas, incluindo gás natural, energia nuclear, biomassa, energia eólica e solar.</p>



<p>Essas características&nbsp;tornam o hidrogênio uma opção atrativa&nbsp;para uma variedade de aplicações, desde transporte até geração de eletricidade.</p>



<p>No entanto, dependendo da forma como é produzido, ele pode ser categorizado de diferentes maneiras, cada uma identificada por cores que refletem seu nível de sustentabilidade.</p>



<p><strong>Combustível turquesa</strong></p>



<p>Chegamos então ao combustível que alguns consideram superior ao hidrogênio: o combustível turquesa.</p>



<p>De fato, a empresa japonesa de equipamentos industriais Ebara está desenvolvendo um novo sistema para produzir esse tipo de hidrogênio. Seu objetivo é lançá-lo comercialmente até 2026, capitalizando o objetivo global estabelecido na indústria em prol da descarbonização.</p>



<p>A maior parte do hidrogênio atualmente deriva de fontes de combustíveis fósseis, por meio de um processo altamente intensivo em carbono. No entanto, o hidrogênio turquesa é produzido a partir do metano presente no gás natural e no biogás.</p>



<p>O método utilizado para sua produção é conhecido como pirólise. Neste processo, o carbono resultante é capturado em estado sólido, evitando sua liberação na atmosfera.</p>



<p>A empresa, sediada em Tóquio, está colaborando com o Instituto Nacional de Ciências dos Materiais, a Universidade de Shizuoka e o fabricante de materiais Taiyo Koko.</p>



<p><strong>Alternativa sustentável</strong></p>



<p>Esta iniciativa é da Organização de Desenvolvimento de Novas Energias e Tecnologias Industriais, com apoio do governo japonês. Eles propõe uma nova plataforma, visto que a atual acaba extraindo tanto hidrogênio quanto carbono no mesmo reator.</p>



<p>A Ebara visa realizar extrações separadas, de modo a obter diferentes formas de carbono sólido sem comprometer a produção de hidrogênio.</p>



<p>Isso porque o carbono sólido tem diversas aplicações. Ele serve como negro de fumo para fortalecer pneus, ou na produção de fibras de carbono destinadas a veículos e aeronaves, entre outros usos.</p>



<p>Segundo Shinya Yoshihama, responsável pelo marketing da Ebara, eles já consideram a possibilidade de estabelecer parcerias com fabricantes de carbono. Afinal, o objetivo é começar a comercializar carbono sólido de alta qualidade.</p>



<p>A produção de hidrogênio turquesa também pode ser categorizada como ‘verde’, quando feita a partir de fontes de energia renovável, ou ‘azul’, quando deriva de combustíveis fósseis e utiliza tecnologia para capturar o carbono sem emiti-lo, reduzindo a poluição.</p>



<p><strong>Novo caminho para a descarbonização</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="623" height="320" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/hidrogenio-1.png" alt="" class="wp-image-4817" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/hidrogenio-1.png 623w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/hidrogenio-1-425x218.png 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/hidrogenio-1-320x164.png 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/hidrogenio-1-240x123.png 240w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Via Freepik</em></figcaption></figure>
</div>


<p>A produção de hidrogênio verde não resulta na emissão de dióxido de carbono, mas é mais complexa devido à quantidade significativa de energia requerida.</p>



<p>Por outro lado, as instalações de captura de carbono continuam a ser um obstáculo substancial para a viabilidade do hidrogênio azul.</p>



<p>Neste cenário, o hidrogênio turquesa surge como uma alternativa atrativa e mais econômica para a produção de um combustível limpo, livre de emissões de carbono.</p>



<p>Desde que a fonte de eletricidade utilizada no processo de aquecimento do metano seja parte da equação, ele cumpre esse papel.</p>



<p>Além disso, a Ebara ressalta que este combustível turquesa desempenha um papel crucial na realização de uma “sociedade sustentável”. Como alternativa no meio do caminho, pode agilizar uma série de passos da redução da emissão de carbono.</p>



<p>Embora a tecnologia seja japonesa, ela está pronta para chegar ao mercado global, e será o próximo passo para as indústrias se tornarem mais sustentáveis.</p>



<p>Fonte:&nbsp;<a href="https://clickpetroleoegas.com.br/o-novo-combustivel-superior-ao-hidrogenio-um-metal-liquido-produzido-economicamente-e-subterraneamente-a-partir-de-metano/" target="_blank" rel="noopener">Click Petróleo e Gás</a></p>



<p>Imagens:&nbsp;<a href="https://img.freepik.com/fotos-premium/conceito-de-fabrica-de-hidrogenio-producao-de-hidrogenio-a-partir-de-fontes-de-energia-renovaveis-ai-generative_337384-5137.jpg" target="_blank" rel="noopener">Freepik</a>,&nbsp;<a href="https://img.freepik.com/fotos-premium/conceito-de-tanque-de-armazenamento-de-hidrogenio-na-bela-luz-da-manha-renderizacao-3d_533392-455.jpg" target="_blank" rel="noopener">Freepik</a></p>
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		<title>Solar e eólica já suprem o crescimento da demanda global por eletricidade</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/solar-e-eolica-ja-suprem-o-crescimento-da-demanda-global-por-eletricidade.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 22:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Renováveis batem recorde em 2025 e superam geração de carvão pela primeira vez; energia solar lidera crescimento O setor de energia global atingiu um marco importante: no primeiro semestre de 2025, as fontes solar e eólica cresceram o suficiente para suprir todo o aumento da demanda por eletricidade. De acordo com o relatório&#160;Global Electricity Review [&#8230;]]]></description>
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<p>Renováveis batem recorde em 2025 e superam geração de carvão pela primeira vez; energia solar lidera crescimento</p>



<p>O setor de energia global atingiu um marco importante: no primeiro semestre de 2025, as fontes solar e eólica cresceram o suficiente para suprir todo o aumento da demanda por eletricidade. De acordo com o relatório&nbsp;<strong>Global Electricity Review – Mid-Year Insights 2025</strong>, do think tank&nbsp;<strong>Ember</strong>, esse avanço resultou em uma leve queda no uso de carvão e gás, marcando uma mudança importante na matriz energética global. O documento foi lançado na última terça-feira (7).</p>



<p>As energias renováveis ultrapassaram o carvão pela primeira vez na história. A geração renovável alcançou 5.072 TWh, superando os 4.896 TWh gerados pelo carvão, que recuou 31 TWh em relação ao ano anterior. A energia solar sozinha respondeu por 83% do crescimento da demanda, com um avanço recorde de 306 TWh (+31%).</p>



<p>Para Małgorzata Wiatros-Motyka, Analista Sênior da Ember, o cenário indica que estamos diante de uma mudança significativa no sistema energético mundial. Ela destaca:&nbsp;<em>“A energia solar e eólica estão crescendo rápido o suficiente para atender ao crescente apetite mundial por eletricidade. Isso marca o início de uma mudança em que a energia limpa está acompanhando o crescimento da demanda.”</em><a href="https://ember-energy.org/latest-insights/global-electricity-mid-year-insights-2025/" target="_blank" rel="noopener">Confira o estudo aqui</a>.</p>



<p><strong>Relatórios da IEA confirmam avanço das renováveis&nbsp;</strong></p>



<p>No mesmo dia, a&nbsp;<strong>Agência Internacional de Energia (IEA)</strong>&nbsp;divulgou o&nbsp;relatório&nbsp;<strong>Renewables 2025</strong>, que confirma que a capacidade global de geração renovável deve dobrar até 2030. A energia solar continuará sendo o principal motor desse crescimento, representando cerca de 80% da expansão total prevista e mantendo-se como&nbsp;<em>“a opção de menor custo para novas gerações de eletricidade na maioria dos países.”</em></p>



<p>Fatih Birol, Diretor Executivo da IEA, aponta que o crescimento não se limita aos mercados tradicionais.&nbsp;<em>“Além do crescimento em mercados estabelecidos, a energia solar deve registrar um crescimento acelerado em economias como Arábia Saudita, Paquistão e diversos países do Sudeste Asiático”, afirma.</em>&nbsp;No entanto, ele alerta que&nbsp;<em>“os formuladores de políticas precisam estar atentos à segurança das cadeias de suprimento e aos desafios de integração às redes elétricas.”</em></p>



<p>As projeções são ambiciosas: até 2030, a capacidade global de renováveis pode crescer em 4.600 GW, o equivalente à soma das capacidades de geração da China, da União Europeia e do Japão. Isso evidencia o papel crescente das fontes limpas na segurança energética e no crescimento econômico mundial.</p>



<p><strong>Emergentes lideram a transição energética global</strong></p>



<p>De acordo com Raul Miranda, diretor do programa global da Ember,&nbsp;<em>“a revolução das energias renováveis é imparável.”</em>&nbsp;Ele destaca que países da Ásia, África e América Latina estão liderando esse avanço, impulsionados pela queda acelerada dos custos e pela crescente demanda por eletricidade.&nbsp;<em>“As energias renováveis estão atendendo à crescente demanda mundial por eletricidade, impulsionando o crescimento econômico e fortalecendo a segurança energética,”</em>&nbsp;acrescenta.</p>



<p>A substituição de fontes fósseis já é visível. No primeiro semestre de 2025, a geração por carvão caiu 0,6% (-31 TWh) e a de gás natural, 0,2% (-6 TWh), enquanto as emissões globais do setor energético recuaram 0,2%. Ainda que modesta, essa queda indica que a geração renovável não apenas acompanha a demanda, mas já começa a substituir as fontes poluentes.</p>



<p>Segundo a Ember,&nbsp;<em>“metade do mundo já ultrapassou o pico da geração de energia fóssil”</em>. Isso mostra que, embora a transição energética esteja em curso, o ritmo ainda é desigual entre as regiões, sendo essencial acelerar a implementação de energia solar, eólica e baterias para consolidar os ganhos climáticos e econômicos.</p>



<p><strong>China, Índia, EUA e UE moldam o cenário da geração fóssil</strong></p>



<p>A dinâmica entre as quatro maiores economias globais – China, Índia, União Europeia e Estados Unidos – revela contrastes importantes na transição energética. Enquanto&nbsp;<strong>China e Índia</strong>&nbsp;reduziram sua geração fóssil,&nbsp;<strong>EUA e UE</strong>&nbsp;registraram aumento.</p>



<p>Na China, o crescimento das renováveis superou o aumento da demanda, levando a uma queda de 2% na geração por combustíveis fósseis. A Índia, com demanda fraca (apenas +1,3%), viu as fontes limpas crescerem três vezes mais do que o necessário, o que reduziu o uso de carvão em 3,1% (-22 TWh) e o de gás em 34% (-7,1 TWh).</p>



<p>Já nos Estados Unidos, o avanço da demanda superou a oferta renovável, exigindo mais uso de fontes fósseis. Na União Europeia, a baixa geração eólica e hidrelétrica forçou o aumento da geração por gás e carvão. Esses dados mostram que o sucesso da transição dependerá cada vez mais de infraestrutura de armazenamento, flexibilidade nas redes e políticas energéticas robustas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-4698" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1-960x640.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1-800x534.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1-768x512.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1-640x427.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1-425x283.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1-320x213.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/10/img-1-1-240x160.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Jason Blackeye | Unsplash</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>Acelerar investimentos e consolidar a transição</strong></p>



<p>A CEO do Global Solar Council, Sonia Dunlop, reforça que a energia solar e eólica já deixaram de ser tecnologias marginais.&nbsp;<em>“Esta análise confirma o que estamos testemunhando na prática: a energia solar e a eólica não são mais tecnologias marginais – elas estão impulsionando o sistema energético global. O fato de as energias renováveis terem ultrapassado o carvão pela primeira vez marca uma mudança histórica.”</em></p>



<p>Sonia faz um apelo para que governos e empresas acelerem os investimentos em energias limpas e armazenamento.&nbsp;<em>“Para consolidar esse progresso, governos e indústrias precisam acelerar o investimento em energia solar, eólica e armazenamento em baterias, garantindo que eletricidade limpa, acessível e confiável chegue às comunidades em todos os lugares.”</em></p>



<p>Wiatros-Motyka, da Ember, completa a visão otimista e deixa um recado:&nbsp;<em>“À medida que os custos das tecnologias continuam caindo, agora é o momento perfeito para aproveitar os benefícios econômicos, sociais e de saúde que vêm com o aumento da energia solar, eólica e das baterias.”</em></p>



<p>Com informações de <a href="https://ciclovivo.com.br/planeta/energia/solar-e-eolica-crescimento-eletricidade/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Vivo</a>.</p>
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		<title>Tomada solar portátil pode mudar tudo</title>
		<link>https://deolhonaengenharia.com/tomada-solar-portatil-pode-mudar-tudo.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 19:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tomada solar portátil promete carregar aparelhos com energia limpa, usando luz direta em janelas ou vidros, mas ainda enfrenta barreiras tecnológicas O futuro com tomadas alimentadas por energia solar pode estar mais próximo do que muitos imaginam. Um projeto chamado Window Socket, criado por designers do Instituto de Design de Seul, na Coreia do Sul, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Tomada solar portátil promete carregar aparelhos com energia limpa, usando luz direta em janelas ou vidros, mas ainda enfrenta barreiras tecnológicas</strong></p>



<p>O futuro com tomadas alimentadas por energia solar pode estar mais próximo do que muitos imaginam. Um projeto chamado Window Socket, criado por designers do Instituto de Design de Seul, na Coreia do Sul, já é estudado há mais de 10 anos.</p>



<p>A proposta tem potencial para se tornar realidade e mudar a forma como&nbsp;<strong>pequenos dispositivos</strong>&nbsp;são carregados.</p>



<p>O aparelho lembra um plugue comum e deve ser fixado em superfícies de vidro por meio de uma ventosa.</p>



<p>Ele capta energia através de pequenos painéis solares em sua parte traseira, que é armazenada em uma bateria interna de 1.000 mAh.</p>



<p>Essa bateria consegue alimentar dispositivos por até 10 horas após um carregamento completo com luz solar direta. Portanto, trata-se de uma solução prática e inovadora.</p>



<p><strong>Como funciona a tomada solar?</strong></p>



<p>A simplicidade é o grande trunfo. Colocada em qualquer janela, vidraça de carro ou até em vidro de avião, a tomada converte luz solar em energia elétrica.</p>



<p>Assim, ela fica pronta para uso sem depender da rede elétrica tradicional. Além disso, o formato compacto e portátil garante mobilidade, e a função plug-and-play facilita o uso imediato.</p>



<p>Esse conjunto de vantagens torna a ideia atrativa para quem não dispõe de espaço para painéis solares convencionais.</p>



<p>Também reforça seu caráter sustentável, o que a coloca como uma proposta revolucionária.</p>



<p><strong>Os benefícios dessa inovação compacta</strong></p>



<p>A principal vantagem é a oferta de energia limpa a pequenos aparelhos, como smartphones e tablets. Outro ponto é a mobilidade: a tomada solar pode ser levada em viagens e garante autonomia em situações de emergência ou no uso urbano, especialmente em apartamentos.</p>



<p>De certo modo, também pode representar economia, porque cada recarga reduz minimamente o consumo da rede elétrica. Porém, é importante destacar que o dispositivo não serviria para uso contínuo e prolongado.</p>



<p><strong>O que falta para se tornar realidade no Brasil</strong></p>



<p>Apesar do potencial, a tomada solar ainda está apenas no campo conceitual e não tem previsão de chegar ao mercado.</p>



<p>Seu desenvolvimento começou como proposta de design e recebeu destaque em competições como a do site Yanko Design em 2013.</p>



<p>Para que seja acessível, ainda é preciso vencer desafios tecnológicos, como aumentar a eficiência da conversão e do armazenamento, além de cumprir exigências regulatórias ligadas à segurança elétrica.</p>



<p>Vale lembrar que sistemas semelhantes, como kits solares de varanda, já ganham força no exterior porque são simples e acessíveis.</p>



<p>Ainda assim, precisam atender normas para evitar riscos à rede elétrica e aos aparelhos conectados.</p>



<p>Portanto, a tomada solar permanece como um projeto experimental e distante da perfeição.</p>



<p><strong>Cenário global</strong></p>



<p>Na Alemanha, sistemas solares “plug-in”, como os de varanda, já fazem parte da rotina de milhares de moradores.</p>



<p>Esses kits incluem painéis e inversores, e conectam-se diretamente às tomadas, permitindo acesso fácil à energia limpa.</p>



<p>Nos Estados Unidos, iniciativas semelhantes avançam em estados como Utah, onde houve flexibilização das regras de instalação residencial em tomadas.</p>



<p>Essa medida facilita a popularização da tecnologia. Além disso, o processo de adoção acontece de forma lenta, mas constante.</p>



<p>Para que a tomada solar deixe de ser apenas um protótipo e se torne produto viável, será necessário investir em tecnologia, certificação e regulamentação.</p>



<p>Se esses obstáculos forem superados, ela pode ajudar a democratizar o uso da energia renovável em ambientes urbanos, sem depender de telhados ou processos burocráticos.</p>



<p><strong><em>Com informações de Canal Tech e <a href="https://clickpetroleoegas.com.br/tomada-solar-portatil-pode-mudar-tudo-recarregue-aparelhos-em-qualquer-lugar-apenas-com-luz-do-sol-rpc95/#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">CPG</a>.</em></strong></p>



<p></p>
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		<title>Cimento vivo pode virar bateria gigante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 19:25:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avanço científico promete transformar a construção civil. Pesquisadores dinamarqueses criaram o primeiro cimento vivo do mundo, capaz de armazenar energia elétrica dentro das próprias paredes, recuperando desempenho com nutrientes e resistindo até a condições extremas. Pesquisadores da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, anunciaram um avanço que pode transformar a forma como enxergamos os materiais [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um avanço científico promete transformar a construção civil. Pesquisadores dinamarqueses criaram o primeiro cimento vivo do mundo, capaz de armazenar energia elétrica dentro das próprias paredes, recuperando desempenho com nutrientes e resistindo até a condições extremas.</strong></p>



<p>Pesquisadores da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, anunciaram um avanço que pode transformar a forma como enxergamos os materiais de construção. O grupo criou o primeiro cimento vivo do mundo, capaz de armazenar eletricidade e, ao mesmo tempo, sustentar paredes e fundações.</p>



<p><strong>Cimento com bactérias vivas</strong></p>



<p>O concreto sempre foi visto como um material inanimado. Essa visão começou a mudar quando os cientistas adicionaram ao cimento a bactéria&nbsp;<em>Shewanella oneidensis</em>, conhecida pela habilidade de mover elétrons para fora de sua célula.</p>



<p>Com essa integração, o cimento ganhou uma nova função. Os micróbios formam uma rede de portadores de carga dentro da estrutura, permitindo que o material armazene e libere energia.</p>



<p>Segundo o pesquisador principal Qi Luo, trata-se da união entre estrutura e função, porque o cimento não apenas suporta peso, mas também guarda eletricidade.</p>



<p>Além disso, os testes iniciais mostram que o material supera dispositivos tradicionais de armazenamento feitos à base de cimento.</p>



<p><strong>Recuperação de desempenho</strong></p>



<p>Uma das descobertas mais surpreendentes é que o cimento continua operando mesmo depois da morte dos micróbios. Quando recebe nutrientes, o material recupera até 80% da capacidade original.</p>



<p>Esse processo é possível graças a um sistema microfluídico incorporado ao cimento. Ele fornece proteínas, vitaminas, sais e fatores de crescimento que mantêm as bactérias vivas ou reanimam as já inativas.</p>



<p>Portanto, o concreto vivo pode ser considerado um sistema de energia recuperável. Em termos práticos, os cientistas afirmam que edifícios inteiros poderiam se tornar depósitos de energia, reduzindo a troca constante de baterias.</p>



<p><strong>Testes em condições extremas</strong></p>



<p>O material foi testado em ambientes congelantes e também em cenários de calor intenso. Em ambos os casos, conseguiu armazenar e descarregar energia.</p>



<p>Seis blocos conectados produziram eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de LED. Esse resultado reforça o potencial de uso em diferentes regiões e climas.</p>



<p>Luo destacou que a tecnologia não é apenas um experimento de laboratório. O objetivo é integrá-la em construções reais, como paredes, fundações e pontes. Assim, o cimento poderia armazenar energia proveniente de fontes renováveis, como painéis solares, oferecendo capacidade local de armazenamento.</p>



<p><strong>Potencial prático</strong></p>



<p>O pesquisador explicou que até mesmo um desempenho modesto pode trazer impacto significativo. Uma sala construída com o cimento vivo teria capacidade de guardar cerca de 10 kWh. Isso seria suficiente, por exemplo, para manter um servidor corporativo em funcionamento por um dia inteiro.</p>



<p>Essa possibilidade abre caminho para uma infraestrutura que se autoalimenta. Em vez de instalar baterias convencionais, construtores poderiam simplesmente erguer paredes que funcionam como depósitos de energia.</p>



<p><strong>Alternativa às baterias tradicionais</strong></p>



<p>O avanço surge em um momento em que cresce a demanda por&nbsp;<strong>armazenamento</strong>&nbsp;sustentável. As baterias atuais dependem de recursos limitados, como lítio e cobalto, e sofrem degradação ao longo do tempo.</p>



<p>Já o sistema criado pela equipe dinamarquesa utiliza materiais abundantes e baratos, além de bactérias naturais. Além disso, funciona em escala muito superior aos dispositivos convencionais.</p>



<p>Portanto, a pesquisa indica um futuro no qual casas e edifícios podem atuar como suas próprias baterias, armazenando energia de forma direta em suas estruturas.</p>



<p><strong>Publicação científica</strong></p>



<p>Os resultados do estudo foram publicados na revista&nbsp;<em>Cell Reports Physical Science</em>. O artigo descreve não apenas o processo de desenvolvimento, mas também os cenários de aplicação do cimento vivo.</p>



<p>Segundo os autores, as descobertas mostram que a próxima geração de infraestrutura poderá ser ao mesmo tempo estrutural e elétrica. Em outras palavras, construções inteiras poderão armazenar a energia que consomem, mudando o conceito de arquitetura e energia.</p>



<p>O estudo foi publicado na revista&nbsp;<a href="https://www.cell.com/cell-reports-physical-science/fulltext/S2666-3864(25)00409-6" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Reports Physical Science</em></strong></a>&nbsp;.</p>



<p>Com informações de <a href="https://clickpetroleoegas.com.br/cimento-vivo-pode-virar-bateria-gigante-predios-inteiros-vao-armazenar-energia-nas-paredes-flpc96/" target="_blank" rel="noopener">CPG</a>.</p>
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		<title>&#8220;MUSK BRASILEIRO&#8221; VAI LANÇAR PICAPE HÍBRIDA FEITA NO BRASIL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 14:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Carro]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça a Lecar Campo, o carro nacional que promete autonomia de mil quilômetros e desafia gigantes do setor automotivo. Se você acha que inovação automotiva é só coisa de gringo, prepare-se para mudar de ideia. A Lecar, uma marca que quase ninguém conhece ainda, promete lançar a primeira picape híbrida flex totalmente brasileira. E não [&#8230;]]]></description>
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<p>Conheça a Lecar Campo, o carro nacional que promete autonomia de mil quilômetros e desafia gigantes do setor automotivo.</p>



<p>Se você acha que inovação automotiva é só coisa de gringo, prepare-se para mudar de ideia. A Lecar, uma marca que quase ninguém conhece ainda, promete lançar a primeira picape híbrida flex totalmente brasileira. E não estamos falando de conceito não, é real e já está em pré-venda.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1088" height="720" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1.jpg" alt="" class="wp-image-4617" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1.jpg 1088w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-1024x678.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-960x635.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-800x529.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-768x508.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-640x424.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-425x281.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-320x212.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-1-240x159.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 1088px) 100vw, 1088px" /><figcaption class="wp-element-caption">Linkedin do CEO da Lecar</figcaption></figure>
</div>


<p>Batizada de Lecar Campo, essa picape é o novo projeto ambicioso de um empresário, chamado Flávio Figueiredo Assis, que foi apelidado de Elon Musk brasileiro. E não por acaso.</p>



<p><strong>Mais autonomia, menos tomada</strong></p>



<p>A Lecar Campo não precisa ser recarregada na tomada. Ela gera sua própria energia enquanto se move e entrega autonomia de até mil quilômetros com etanol. Isso mesmo. Um tanque cheio e você cruza estados sem parar no posto.</p>



<p>Ela tem motor híbrido com 163 cavalos de potência combinada, cabine dupla, sistema de assistência ao motorista e caçamba com 900 litros de capacidade. É tecnologia com cara de aventura.</p>



<p><strong>A picape que fala português</strong></p>



<p>Com 83 por cento das peças produzidas no Brasil, o modelo promete baixo custo de manutenção e mais facilidade na hora da reposição. Ou seja, além de nacional, é pensada para o nosso bolso e para o nosso chão.</p>



<p>O modelo será apresentado entre os dias 12 e 15 de agosto na Fenasucro, em Sertãozinho, e o preço promocional é de 159 mil reais até o fim de 2025.</p>



<p><strong>Renascem os sonhos sobre rodas</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1088" height="720" src="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2.jpg" alt="" class="wp-image-4618" srcset="https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2.jpg 1088w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-1024x678.jpg 1024w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-960x635.jpg 960w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-800x529.jpg 800w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-768x508.jpg 768w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-640x424.jpg 640w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-425x281.jpg 425w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-320x212.jpg 320w, https://deolhonaengenharia.com/wp-content/uploads/2025/09/carro-2-240x159.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 1088px) 100vw, 1088px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Reprodução/Lecar</figcaption></figure>
</div>


<p>O Brasil já teve montadoras como Gurgel e Troller, que marcaram época e desapareceram. Agora, a Lecar tenta reacender esse espírito com um diferencial: estar de olho no futuro, combinando tecnologia, sustentabilidade e produção nacional.</p>



<p>Pode não ser uma Cybertruck, mas tem tudo para ser a picape que o brasileiro esperava e não sabia.</p>
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		<title>Painéis solares flutuantes ajudam a proteger corpos d&#8217;água e gerar energia na Austrália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Welliton Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 18:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Painel solar]]></category>
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					<description><![CDATA[Austrália aposta em painéis solares flutuantes para reduzir evaporação em reservatórios e gerar energia limpa. Solução combina sustentabilidade e inovação. A Austrália está apostando em uma solução dupla para enfrentar dois grandes desafios ambientais: a escassez de água e a transição energética. Empresas locais, com apoio internacional, estão instalando&#160;painéis solares&#160;flutuantes em reservatórios de água, em [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Austrália aposta em painéis solares flutuantes para reduzir evaporação em reservatórios e gerar energia limpa. Solução combina sustentabilidade e inovação.</strong></p>



<p>A Austrália está apostando em uma solução dupla para enfrentar dois grandes desafios ambientais: a escassez de água e a transição energética. Empresas locais, com apoio internacional, estão instalando&nbsp;<strong>painéis solares</strong>&nbsp;flutuantes em reservatórios de água, em um esforço para conter a evaporação anual de cerca de 1,4 trilhão de litros, segundo a Universidade Deakin. A iniciativa ganhou força no fim de 2024, quando a empresa Canopy Power, de Cingapura, assumiu os direitos de distribuição do sistema na região.</p>



<p>A tecnologia, desenvolvida pela empresa norueguesa Ocean Sun AS, combina geração de&nbsp;<strong>energia solar</strong>&nbsp;com preservação hídrica.</p>



<p>Os painéis flutuam sobre lagos e reservatórios, reduzindo em até 55% a evaporação da água e ao mesmo tempo produzindo eletricidade limpa, sem ocupar grandes áreas de terra.</p>



<p><strong>Energia solar sobre a água: inovação sustentável em expansão</strong></p>



<p>Diferente de coberturas convencionais, os painéis solares flutuantes foram projetados em formato de anéis com cerca de 70 metros de diâmetro.</p>



<p>Feitos de polipropileno modificado, eles permitem a entrada de luz e oxigênio, evitando a proliferação de algas e mantendo a qualidade da água.</p>



<p>Além disso, o sistema inclui bombas para captar água da chuva, o que contribui ainda mais para o aproveitamento hídrico. A estrutura pode gerar até 670 kW de energia, que pode ser usada localmente ou enviada à rede elétrica.</p>



<p><strong>Uso estratégico dos reservatórios amplia eficiência ambiental</strong></p>



<p>Com a cobertura de até 70% da superfície dos reservatórios, a tecnologia equilibra proteção ambiental e produção de energia renovável. Por sua versatilidade e baixo impacto ecológico, a solução já está sendo replicada em outros locais com escassez de água, como as Maldivas.</p>



<p>Segundo a Canopy Power, o modelo é ideal para países áridos ou com áreas urbanas limitadas, onde falta espaço para usinas solares convencionais. “Acreditamos que essa é uma das formas mais eficazes de lidar simultaneamente com os efeitos da seca e da crise energética”, afirma a empresa.</p>



<p>A instalação dos painéis solares flutuantes reforça a meta da Austrália de liderar iniciativas sustentáveis. No fim de 2024, o país anunciou a construção do maior parque solar do mundo, com capacidade de 20 GW e uma linha de transmissão submarina que levará energia limpa até Singapura.</p>



<p>Essa combinação de inovação tecnológica com preservação ambiental mostra como os reservatórios podem ser mais do que fontes de água: podem também se tornar plataformas geradoras de energia sustentável, sem comprometer o ecossistema.</p>



<p>Com informações de <a href="https://clickpetroleoegas.com.br/paineis-solares-flutuantes-ajudam-a-preservar-reservatorios-e-gerar-energia-na-australia-ama01/" target="_blank" rel="noopener">Click Petróleo e Gás</a>.</p>
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